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Campo Largo, sexta-feira, 28 de outubro de 2022
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Fechamento da Edição: Caderno Sociedade até quarta-feira às
15h00, Noticiário e classificados até quinta-feira as 14h00;
Editais 12h00 de Quinta-feira.
Circulação: Balsa Nova, Campo Largo.
* Os artigos e opiniões publicados neste jornal
são de inteira responsabilidade dos autores, não
refletindo necessariamente a opinião dos editores.
EXPEDIENTE
EDITORIAL
Grande clássico
N
Colunas
ão é Mundial de Clubes. Não é Copa
Libertadores. Nem Copa do Brasil e
muito menos decisão do Brasileirão de Futebol.
Todas as torcidas de clubes ou mesmo aqueles que
não gostam de Futebol devem comparecer ao cam-
po da grande disputa eleitoral. Os brasileiros esta-
rão conferindo no dia 30 de outubro, voto a voto,
um novo mandato de presidente ao atual, Jair Mes-
sias Bolsonaro ou ao ex-presidente, Luís Inácio Lula
da Silva. Na preliminar, 1º turno, venceu com mais
de seis milhões de votos válidos. Agora, no 2º tur-
no, é para valer. Aquele que fizer 50% (cinquenta
por cento) dos votos mais um, será presidente para
os próximos quatro anos. Os vinte e sete jogado-
res, os governadores de estados, que definirão o
placar final, fazem as suas últimas jogadas para
marcar os gols, votos, suficientes para garantir que
o seu time, ou seja, candidato a presidente, vença a
eleição de 2022. O confronto está mais para o cam-
po das ideias com uma ideologia totalmente opos-
ta. A direita e a esquerda usam os discursos, as pro-
posições e as propostas para tirar do time adversá-
rio as possíveis vantagens obtidas no 1º turno. Cada
um dos vetores envolvidos, ou seja, o governador
de estado busca arrebanhar a maior quantidade
votos que somados garantam a vitória, que pode
não ser de goleada. Os gols do sul e do sudeste,
somados contra os gols do nordeste e do norte,
passando pelo Centro Oeste, apontam um equilí-
brio. Isto fica demonstrado nas pesquisas de inten-
ção de votos registradas no TSE. Nas horas que
antecedem a confirmação dos votos nas urnas ele-
trônicas, cada um dos jogadores, ainda, está em
campo, para marcar mais alguns gols, procurando
evitar as abstenções, os votos nulos e os votos em
branco. O resultado deste jogo nacional aponta que
o país estará dividido politicamente, em duas regi-
ões distintas e por cima, se acontecer a vitória dos
adversários de Bolsonaro, as jogadas passam a ser
bem diferentes. O grande clássico eleitoral decide
que será o presidente, mas a forma de governar
passará com certeza pelo Congresso Nacional, onde
as variáveis só serão conhecidas após a posse dos
513 deputados federais e dos 27 senadores eleitos
em 02 de outubro.
ão se pode ignorar que
o assunto nesta sema-
na é a eleição presidencial. O
2º turno acontece no domin-
go, 30 de outubro, em Campo
Largo. As conversas giram em
torno de qual será a diferença
de votação entre Bolsonaro e
Lula, no Paraná. O governa-
dor Ratinho Jr. obteve no mu-
nicípio, 75% dos votos válidos.
As expectativas indicam que na maioria dos municípios paranaenses, a dife-
rença obtida no 1º turno aumente e assim, ajude na eleição de Bolsonaro que
conta com o apoio do governador reeleito, Ratinho Jr.. Nas conversas entre
eleitores o assunto passa ter uma redundância e as probabilidades de votação
estão sendo comentadas. Resta aguardar o resultado das urnas, para conferir
em quanto foi ampliada a votação de Jair Bolsonaro. No 1º turno, Bolsonaro
obteve 1 265 120 votos válidos a mais do que Lula. O Colégio eleitoral está
agitado em todo estado, com intensa movimentação política, buscando os
votos dos indecisos. Os votos brancos e nulos e as abstenções são os alvos
para atingir as metas.
N
PERGUNTAS DA SEMANA:
NA BOCA DO POVO
Número de vereadores
Algumas câmaras de vereadores es-
tão reavaliando o atual número de par-
lamentares nas Casas de Leis. Campo
Largo tem, apenas, 11 (onze) vereado-
res, pela legislação poderia tem no má-
ximo 19 (dezenove) vereadores. Qual-
quer aumento de vagas de vereadores
passa por aprovação nesta legislatura
para ser aplicada na seguinte. As nu-
vens mudam de formato a cada instan-
te.
Número de vereadores II
Os vereadores de Cascavel, por mai-
oria, aprovaram o número de vereado-
res para a próxima legislatura, 2025/
2028, de 21 cadeiras para 23 cadeiras, o
número máximo permitido pela legis-
lação vigente.
13º Salário
Outro assunto polêmico que mexe
com as Câmaras Municipais é o paga-
mento do 13º Salário aos vereadores.
I – Será que a Câmara Municipal de Campo Largo pode ter mais vereadores, em 2025?
II – Como estão os entendimentos sobre a nova composição da Mesa Diretora da
Câmara de Campo Largo?
III – Quem será o metre na articulação para a sucessão do vereador Pedrinho Ba-
rausse, na presidência da Câmara de Campo Largo?
IV – Já, se sabe que serão necessários, apenas, seis votos para formar maioria e
eleger o presidente da Câmara de Vereadores, em Campo Largo. Quem terá
este apoio?
V – Qual será a influência do prefeito Maurício Rivabem, na renovação dos mem-
bros da Mesa Executiva na Câmara de Campo Largo? A base de apoio é
importante.
Muitos Le-
gislativos
Municipais
pelo Brasil,
já, aprova-
ram o paga-
mento, mas outros estão relutantes de-
vido as consequências em futuras elei-
ções pelos eleitores. Os futuros eleitos
é que passam a receber esta vantagem.
A Câmara de Cascavel nesta semana
aprovou este subsídio, com base na
Constituição Federal.
Cláusula de Barreira
A Cláusula de Barreira, já, assusta os
atuais vereadores, na maioria dos mu-
nicípios. Com as fusões e as federações,
o número de partidos diminui e as va-
gas possíveis para pré-candidatos a ve-
reador, também. O PT já formou uma
federação e o PSOL, também. Uma
corrida contra o tempo. Outras podem
ocorrer a qualquer momento. As nu-
vens mudam de formato a cada instan-
te.
Cobre e Alumínio
Já se sabe que a reciclagem é um
meio de sobrevivência para muitas fa-
mílias. Alguns recicladores inclusive
montaram empresas e geram empregos.
O polêmico projeto SOBRE A PROI-
BIÇÃO DA COMERCIALIZAÇÃO
DE COBRE, ALUMÍNIO E MATE-
RIAIS ASSEMELHADOS SEM ORI-
GEM NO MUNICÍPIO DE CAMPO
LARGO acabou sendo rejeitado por
maioria. As latinhas de alumínio e os
fios de cobre estão na ponta deste ice-
berg de incertezas na questão da Políti-
ca Reversa. Se existem irregularidades
cabe a fiscalização autuar os infratores
dentro das leis existentes.
“A disseminação de notícias falsas,
no curto prazo do processo eleitoral,
pode ter a força de ocupar todo espa-
ço público, restringindo a livre circula-
ção de ideias”.
Do ministro Edson Fachin, sobre o
seu voto pela rejeição do pedido
da Procuradoria-Geral da República
(PGR) para barrar resolução aprovada
pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE)
sobre FAKE NEWS.
Frase da Semana: