nº 2.350 - Ano XL - Campo Largo, sexta-feira, 25 de novembro de 2022
R$ 2,00
A NOTÍCIA DE HOJE A HISTÓRIA NO FUTURO
É tempo de magia, luzes e encanto! É o “Natal em Movimento”! A abertura da
programação natalina da Prefeitura de Campo Largo acontece no dia 25/11, na
Praça Getúlio Vargas. O evento é marcado pela chegada do Papai Noel.
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Programação de Natal é lançada em Campo Largo
Novo comandante da Polícia
Militar de Campo Largo
Fratelli: 30 sabores de pastel
e 33 opções de caldo de cana
A tradicional exposição de Veí-
culos Antigos e Especiais de Cam-
po Largo reuniu um público estima-
do de três mil pessoas, na Praça
Getúlio Vargas. Essa foi a 15ª edi-
ção do evento.
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Cerca de três mil pessoas
visitaram a Exposição de
Veículos Antigos e
Especiais de Campo Largo
O concerto instrumental
“História do Choro”, com o
bandolinista Daniel Miglia-
vacca, chega ao município de
Balsa Nova para única apre-
sentação. O evento é reali-
zado no dia 25 de novem-
bro, na Praça 25 de Janeiro.
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Balsa Nova recebe
concerto instrumental
Gastronomia
para todos os gos-
tos! Na Fratelli, os
clientes podem
escolher entre 30
sabores de pastel e
33 de caldo de
cana. O estabele-
cimento está loca-
lizado na PR 423,
na rotatória do Itaqui, em Campo Largo.
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Foto: Gus Benke.
O 1º Tenente Ivan Carlos
Filus Netto assumiu o co-
mando da 3ª Companhia de
Polícia Militar – Campo Lar-
go. A passagem de coman-
do aconteceu no dia 21/11.
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Campo Largo, sexta-feira, 25 de novembro de 2022
Publicação da Gráfica Editora Campo Largo Ltda.
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Circulação: Balsa Nova, Campo Largo.
* Os artigos e opiniões publicados neste jornal
são de inteira responsabilidade dos autores, não
refletindo necessariamente a opinião dos editores.
EXPEDIENTE
EDITORIAL
Matriz Energética
U
Colunas
grande discussão nas últimas décadas é a uti-
lização de energia limpa e renovável. O Brasil
se destaca no segmento energético com a
produção de energia por hidroelétricas e como pio-
neiro, na utilização do álcool, anidro e hidratado, jun-
to com a gasolina ou separado, em veículos. O petró-
leo, como matriz finita, é alvo de estudos para que
venha a ser substituído no futuro ou que pelo menos,
a sua exploração passe por uma redução drástica. No
mundo real com algumas medidas já implementadas,
a substituição do combustível fóssil não está sendo
fácil, mas os investimentos para que isto aconteça es-
tão sendo vultuosos, pois assim requer a vida no pla-
neta. O combate às emissões do CO2 na atmosfera é
prioridade para muitas nações e passa a ser uma polí-
tica global, pois em caso contrário dezenas de nações
deixarão de existir ou serão drasticamente afetadas,
segundo estudos da ONU. Muito bem, os paranaen-
ses podem dizer, o que nós temos com isto? O Para-
ná é um expoente na geração de alimentos e a indus-
trialização avança a passos largos necessitando de ener-
gia a um custo baixo para uma competitividade naci-
onal e mundial. Assim, a matriz energética do estado
envolve a COPEL, empresa estatal que possui Usinas
Hidroelétricas ao longo do Rio Iguaçu e está presente
no mercado nacional, com geração, transmissão e dis-
tribuição. A empresa do Governo do Estado necessi-
ta de investimentos de vulto para avançar no merca-
do energético brasileiro, inclusive com outras fontes
de geração de energia sustentável, como Solar, Eólica
e de Biomassa. O grande fator das atuais decisões de
privatização é a competitividade, onde o Mercado Li-
vre de Energia impõe critérios de compra e venda de
energia. No Brasil, outras estatais, além da Copel pas-
sam pelo mesmo processo, caso da CEMIG (Minas
Gerais) e CELESC (Santa Catarina). Os investimen-
tos privados chegam com grande voracidade na atua-
lidade para suprir o mercado e o poder público não
pode competir, apenas, regular. O processo deste “des-
manche” tem origem na privatização da Eletrobrás e
que afeta todo setor energético do país. O brasileiro,
cada vez mais, recebe informações de construções de
Usinas Eólicas e de Usinas Solares e as imagens das
estruturas são impressionantes. A matriz energética,
com sustentabilidade, deve regular o mercado e o ca-
pital privado se fará cada vez mais presente onde as
novas tecnologias superarão as já existentes. O dinhei-
ro público, arrecadado do contribuinte, deve ser ca-
nalizado para atender as demandas sociais em benefí-
cio do cidadão e de suas necessidades.
ma discussão popular voltou a
acontecer em Campo Largo. O
debate envolve os projetos de lei em tra-
mitação na Câmara de Vereadores so-
bre pagamento de Décimo Terceiro Sa-
lário e de Férias para prefeito, vice-pre-
feito e vereadores. Na última sessão da Câmara Municipal, do dia 21/11, as duas
proposições foram retiradas de votação pelo presidente vereador Pedrinho Ba-
rausse, por não existir consenso entre os vereadores sobre a matéria. Quanto a
legalidade, a legislação estabelece “O inciso V do artigo 29 da Constituição Fe-
deral dispõe que os subsídios do prefeito, do vice-prefeito e dos secretários mu-
nicipais serão fixados por lei de iniciativa da câmara municipal e o inciso seguinte
(VI) estabelece que o subsídio dos vereadores será fixado pelas respectivas câ-
maras municipais em cada legislatura para a subsequente, observado o que dis-
põe a Constituição, os critérios estabelecidos na respectiva Lei Orgânica e os
limites máximos. Se a lei permite cabe os atuais vereadores estabelecerem os
critérios para os futuros eleitos para o mandato seguinte. Os atuais vereadores
não podem votar medidas que beneficiem eles próprios. Se forem reeleitos é
outro assunto. Então, a população precisa entender que uma decisão aprovada
agora só será aplicada, em 2025. O debate continua quando a opinião popular
analisa os agentes públicos e o serviço prestado em contrapartida. Muitos afir-
mam que vereador não faz nada, mas não é bem assim, basta acompanhar o dia
a dia, das atividades legislativas e as obrigações de cada vereador. Existe uma
grande diferença entre o privado e o público. No caso dos agentes públicos é
que existe um vetor político envolvido, onde o processo de renovação tem ori-
gem em posições opostas, de situação e oposição. A
defesa e o ataque podem ser
visíveis no momento do debate popular.
A
NA BOCA DO POVO
Menos UM
Menos TRÊS
O PTB e O Patriota,
também, anunciaram
um acordo para a fusão
das legendas. A decisão
foi tomada por unanimi-
dade pelas direções dos
dois partidos, com divul-
gação em setembro. O
novo partido, será cha-
mado “Mais Brasil” e adotará o número 25.
O PTB e o Patriota, separados, não alcança-
ram o mínimo exigido pela lei. O PTB ele-
geu, apenas, um deputado federal, o PATRI
elegeu quatro deputados federais. As siglas
avaliam que juntas superaram a cláusula pelo
critério alternativo de 2% (dois por cento) dos
votos válidos, com um mínimo de 1% (um
por cento) em nove estados. São as novas
regras, o personagem maior nesta fusão é do
ex-deputado Roberto Jefferson.
Menos QUATRO
A redução do núme-
ro de partidos políticos
está em marcha, com a
incorporação e fusão de
partidos. O Congresso
Nacional ficará mais en-
xuto, ou seja, com me-
nos partidos representa-
dos. A lei eleitoral exige
uma representatividade mínima para um par-
tido ter direito a participação legislativa e tam-
bém, aos recursos do fundo eleitoral e aos
horários gratuitos de rádio e televisão. Neste
processo muito coisa, ainda, pode acontecer
até a posse dos eleitos de 2022.
Disputa pela
presidência
A cada dia que pas-
sa, as apostas sobre
quem será o novo presi-
dente da Câmara de Ve-
readores de Campo Lar-
go em 2023, aumentam.
São onze vereadores,
apenas, o atual presiden-
te Pedrinho Barausse,
não pode ser reeleito, assim, os outros dez
podem ser escolhidos. Até o dia 19 de de-
zembro, as chances de um ou de outro au-
mentam.
A fusão do Solidariedade (SDD) com o PROS anunciada
pelos dirigentes nacionais, a ser concretizada, em 2022, mexe
com a vida partidária nos municípios. Assim, os entendimen-
tos entre presidentes municipais devem ocorrer, pois a justiça
eleitoral deve juntos os filiados das duas siglas, assim que for
oficializado no TSE. Os presidentes, Luiz do Proerd (PROS) e
Sargento Chrestani (SDD) estão mantendo conversações. Uma
dúvida paira no ar com a nova legenda fazendo parte da base
aliada do governo LULA. Os dois presidentes têm origem mi-
litar. E daí com quem fica a nova legenda em Campo Largo?
Menos DOIS
Na onda de fusões partidárias anunciadas,
surgiu a junção do PODEMOS com o PSC,
anunciada pelas executivas nacionais no dia
22 de novembro. As duas siglas já possuem
um passado comum de entendimentos. O em-
brião começou na campanha presidencial do
senador Álvaro Dias (PODE), em 2018, onde
a vice da chapa coube ao PSC, com Paulo
Rabello de Castro, ex-presidente do BNDES.
Em Campo Largo, a fusão atinge os vereado-
res André Gabardo (PODE), presidente do
partido e Genésio da Vital (PSC), 1º vice-pre-
sidente da Câmara. Na eleição de 2022, An-
dré Gabardo foi candidato a deputado fede-
ral, sendo o mais votado municipal e no PSC,
Gustavo Strapasson, também concorreu por
uma vaga à Câmara dos Deputados. As nu-
vens mudam de formato a cada instante.
PERGUNTAS DA SEMANA:
I Quem será o presidente do partido, em Campo Largo, depois da fusão do
PROS com o SDD?
II Quem será o presidente do partido, em Campo Largo, depois da fusão do
PODE com o PSC?
III Quem será o presidente do partido, em Campo Largo, depois da fusão do PTB
com o PATRI?
IV Será que o MDB poderá se juntar ao PSDB? A proposta é do governador eleito
do Rio Grande do Sul, Eduardo Leite.
V Quais são as chances de uma fusão do PP com o União Brasil? O processo está
em andamento, com ACM Neto (UB), candidato a governador da Bahia, der-
rotado pelo adversário do PT, Jerônimo, em 2022, endossa a junção, por maior
força política no Congresso Nacional.
Disputa pela presidência II
Na opinião popular, o nome do novo presidente da Câmara passa
por uma lista de seis nomes no momento. Os vereadores João D’Água,
Alexandre Guimarães, Genésio da Vital, Márcio Beraldo, André
Gabardo e Luiz Scervenski. Como é época de Copa do Mundo, a
atual escalação fica num 4-3-3, onde pode surgir uma zebra. Tudo é
possível neste quadro político, onde o presidente passa a ser uma
espécie de vice-prefeito, em caso de ausência do atual prefeito. As
nuvens mudam de formato a cada instante.