nº 2.355 - Ano XL - Campo Largo, sexta-feira, 6 de janeiro de 2023
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A NOTÍCIA DE HOJE A HISTÓRIA NO FUTURO
Roni Miranda Vieira assume a
Secretaria Estadual de Educação
Balsa Nova completa
62 anos no dia 25 de janeiro
Como diretor e profes-
sor de Escolas Estaduais,
em Campo Largo, pas-
sando por cargos e fun-
ções, Roni Miranda che-
ga ao posto mais alto da
educação paranaense a
convite do governador
Ratinho jr..
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O governador Ratinho Jr. na posse do segundo mandato
expressa a garantia de novos destaques para o Paraná
Novo presidente da Câmara de Campo
Largo inicia seus trabalhos legislativos
Na Assembleia Legislativa, Ratinho Jr. tomou posse do seu segundo mandato, no dia 1º de janeiro, em
cerimônia bem concorrida. Em seu discurso emocionado, em certo momento, disse “É o dia de agradecer
todos os paranaenses por acreditarem em mim, este pé vermelho que chegou em Curitiba há 36 anos. Sou
um sonhador e quero que nosso Estado seja um pequeno pedaço do que o Brasil pode ser.
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Vereador João D’Água
assume a presidência da
Câmara Municipal de
Campo Largo, no dia 02
de janeiro de 2023 e assi-
na as nomeações para os
cargos de diretores da
Casa de Leis.
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Fazendo parte das festividades dos 62 anos de emanci-
pação política, o Departamento de Esportes realiza o Tor-
neio de Futebol Suíço Base, no dia 21 de janeiro, no Com-
plexo Esportivo Joaquim Soares Ferreira, no Rodeio Cha-
pada.
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Com grande emoção e entu-
siasmo recordou uma passagem
de campanha eleitoral e o sim-
bolismo da caneta com que as-
sinou os documentos no pri-
meiro dia do seu novo gover-
no, ou seja, governo LULA III.
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Lula começa o seu terceiro mandato
usando uma caneta histórica
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Campo Largo, sexta-feira, 6 de janeiro de 2023
Publicação da Gráfica Editora Campo Largo Ltda.
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são de inteira responsabilidade dos autores, não
refletindo necessariamente a opinião dos editores.
EXPEDIENTE
EDITORIAL
Ano Novo - Novo Governo
N
Colunas
s Brasileiros, em especial, os paranaen-
ses aguardam as decisões dos novos go-
vernos, Lula no seu terceiro mandato e Ratinho Jr.,
com a reeleição, o segundo mandato. Tanto um
como o outro, já anunciaram as transformações e
mudanças que devem ocorrer nos próximos qua-
tro anos. A população aguarda a tomada das deci-
sões com grande expectativa, com a posse dos mi-
nistros, na esfera federal e os secretários, na esfera
estadual. Com trinta e sete ministérios, o governo
Lula III projeta uma grande reestruturação na ad-
ministração federal. De um governo de direita para
um governo de esquerda é um verdadeiro “meia
volta volver”, passando por um desmanche em al-
guns ministérios para ampliar os horizontes de uma
gestão com visão socioambiental. O cidadão brasi-
leiro, com o passar dos primeiros dias ou, mesmo
das primeiras semanas, até a posse dos novos de-
putados federais e dos novos senadores, deve acom-
panhar o discurso de posse dos novos ministros
até que a esplanada tenha um titular em cada pasta.
As alterações não serão possíveis em tudo e o dis-
curso feito em palanque precisará ser reformulado
conforme a carruagem política do Congresso Na-
cional. Mesmo assim, os segmentos empresariais,
econômicos e sociais sentirão os efeitos das novas
medidas ao ser aprovadas e aplicadas. No Paraná,
o governo Ratinho Jr. II, com suas vinte e quatro
secretarias estaduais, também, buscará se alinhar
com as diretrizes oriundas do Palácio do Planalto.
As medidas do governo estadual aprovadas no fi-
nal da gestão anterior pela Assembleia Legislativa,
em dezembro, indicam que os ajustes feitos e apro-
vados pelos deputados estaduais, seguiram uma li-
nha de diretrizes da equipe de transição do futuro
governo federal. Nem tudo o que o governo fede-
ral pretende realizar terá a mesma orientação do
governo estadual. Uma simples referência é do caso
federal da privatização da Petrobrás que o governo
Lula III não pretende e no Paraná, o governo Rati-
nho Jr. II aposta na privatização da Compagás, atre-
lada a Copel, para torná-la competividade no mer-
cado nacional. Assim, algumas políticas públicas
agradam o governo federal, mas, por outro lado,
não agradam o governo estadual.
NA BOCA DO POVO
as conversas durante a
primeira semana do ano,
as pessoas teciam comentários so-
bre a posse do presidente da Re-
pública, Luís Inácio Lula da Silva
e do governador do Paraná, Rati-
nho Jr, em relação as cerimônias
e as nomeações dos indicados par
ao primeiro escalão de cada um
dos governos, ministros, no go-
verno federal e secretários estadu-
ais, no governo estadual. Os pa-
ranaenses, assim, opinaram sobre os 37 ministros do Lula III e os 24 secretários do Rati-
nho Jr II. Detalhes daqui e detalhes de lá, o que mais chamou atenção foi o “Simbolismo”
da entrega da Faixa Presidencial. Com a rivalidade política à “flor da pele”, o antecessor
não passou para o sucessor, o símbo0lo da troca de governo. A saída então foi achar uma
forma para proceder o ato dentro do rito protocolar do cerimonial. A emenda ficou me-
lhor que a forma original, os oito cidadãos que subiram a rampa do palácio caracterizam
uma forma inédita de passar o bastão de um governo, onde a representatividade e a diver-
sidade da população brasileira estava evidenciada. Com o gesto, o POVO entregou a Faixa
Presidencial no início do seu terceiro mandato. Nos comentários, o debate continuará de
várias formas e em cada lugar ou região, com teor diferente, onde os prós e os contras
aflaram com as paixões políticas individuais de cada cidadão brasileiro. Foto: Agência Brasil
O
PERGUNTAS DA SEMANA:
I - Como será que ficam as lideranças políti-
co partidárias nos municípios para 2024?
II – Como será o processo eleitoral de 2024
da Federação PSDB/Cidadania?
III Qual será a reorganização administra-
tiva do governo estadual de Ratinho
Jr., em relação aos cargos dos outros
escalões? Decisões político partidári-
as em jogo.
IV Com as medidas, já, anunciadas e ofi-
cialmente, divulgadas e publicadas,
através de decretos e portarias, além
de medidas provisórias, uma ordem
de “Meia Volta Volver” está em mar-
cha. Como o cidadão está recebendo
as novidades?
V Com a adoção de diretrizes totalmen-
te opostas ao governo de Bolsonaro,
como os municípios agirão com as
normas propostas pelo Lula III?
por Haroldo Wöhl
NOS BASTIDORES DA POLÍTICA
ma coisa ficou cla-
ra com a posse de
Lula para governar o Brasil
pela terceira vez. Todos en-
tendem que não será igual as
duas vezes anteriores, quan-
do o Partido dos Trabalha-
dores (PT) possuía voz do-
minante nas decisões de go-
verno. Com um leque parti-
dos coligados no primeiro
turno e com um rol de partidos aliados, no se-
gundo turno, a base aliada no governo Lula III
passa a ter um comportamento político partidá-
rio bem diferente. O presidente Lula precisa de
governabilidade e isto passa pelo Congresso Na-
cional, onde o PT não possui maioria. Assim,
Lula articulou uma base de apoio com os parti-
dos federados, coligados e aliados, com passam
a integrar o seu governo, 2023/2026. Para veri-
ficar isto basta analisar os ministros nomeados
para os 37 ministérios. Neste rol estão incluídos
partidos peso pesado, como o MDB de Simone
Tebet, PSD de Gilberto Kassab e União Brasil
“Não vou ser diferente porque
tenho que ser a mulher
certinha do presidente.
De Rosângela Janja Silva,,em entrevista, ao se tornar a
1ª dama do país, com a posse do seu marido, o
presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). em Brasília.
de Luciano Bivar e ACM Neto. Esta escalada
político partidária deve mexer com os segmen-
tos internos de cada sigla, a partir de fevereiro
com a posse dos deputados federais e senado-
res, eleitos em outubro de 2022. A partir daí,
começa o jogo eleitoral de 2024, onde o PT quer
mostrar uma nova força eleitoral. As coisas não
serão mais tão fáceis como no passado e em
muitos municípios a disputa passa pela gover-
nabilidade federal, com deputados e senadores,
mostrando suas armas político eleitorais e co-
brando a fatura na hora das decisões ou melhor,
indicação e candidatos a prefeito.
U
Um grande abismo se formou diante do senador
paranaense Sergio Moro (UB), para os próximos qua-
tro anos. O impasse aumenta, ainda mais, quando o
seu partido, o União Brasil, faz parte da base aliada
do governo Lula III. No horizonte pode acontecer
uma troca de partido. Com sua notória oposição à
Lula, deve migrar para um partido de oposição que
hoje são poucos.
Não pode faltar
Frase da semana
Farpas
A eleição do vereador João Carlos Fereira
como presidente da Câmara de Campo Largo
agitou o imaginário dos campo-larguenses. Como
popularmente é conhecido como João D’Água,
por ter trabalhado na SANEPAR por muitos
anos na região do distrito da Ferraria, dizem que
o precioso líquido não poderá faltar no legislati-
vo. Outras já induzem que “É Hora da Onça
Beber Água”.