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Campo Largo, sexta-feira,29 de setembro de 2023
PEC da minirreforma eleitoral
está no Senado Federal e, para va-
ler nas eleições municipais de
2024, precisa ser aprovada e virar lei até o
dia 6 de outubro, um antes da data da elei-
ção municipal. Como a próxima eleição
está bem mais próxima do eleitor, o debate
está em aberto e nas conversas entres lei-
gos e postulantes dos cargos, de prefeito,
vice prefeito e de vereador, opinam a res-
peito de cada um os itens apresentados e
já, aprovados na Câmara dos Deputados. A proposta mexe com assuntos importantes
na formação das chapas majoritárias e nas chapas proporcionais. As opiniões se dividem
de assunto para assunto. Quanto às candidaturas de prefeitos (eleição majoritária), a pres-
tação de contas dos recursos, a inelegibilidade e a anistia por improbidade administrati-
va, são o centro das atenções de muitos políticos. Já, no caso dos vereadores (eleição
proporcional), o debate envolve a participação de mulheres e de afrodescendentes nas
chapas e também, o cálculo das sobras eleitorais com base no quociente eleitoral por
partido. Para muitas pessoas não é uma minirreforma e sim uma ampla reforma que alte-
ra profundamente o processo eleitoral em comparação com a eleição de 2020. Nos pró-
ximos sete dias, os senadores podem ou não votar o texto oriundo da Câmara dos depu-
tados, depois de passar pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). A votação acon-
tecerá em dois turnos, onde são necessários 49 votos (3/5 dos senadores) para a aprova-
ção. Caso o texto original dos deputados seja alterado, o projeto volta e daí, serão neces-
sários no mínimo 308 deputados federais para confirmação ou nova alteração. O cida-
dão mais ligado ao processo político terá uma semana cheia de idas e vindas de parla-
mentares pró e contra a matéria que pode impactar a eleição dos prefeitos e dos vereado-
res nos 5 568 municípios. Outra coisa pode acontecer. A Mini Reforma não ser votada
no plenário do Senado e assim, as regras da eleição de 2022 estariam valendo para 2024
com toda a complexidade existente.
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EXPEDIENTE
EDITORIAL
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Colunas
ampo Largo está proporcionando eventos de grande
porte, buscando incentivar os negócios ligados ao Tu-
rismo. As exposições, feiras e festas reúnem milhares de pessoas
com as atrações mais variadas. Nos últimos meses, os munícipes
puderam desfrutar da Feira do Agricultor, da Feira da Louça e da
Festa da Primavera, sem contar as opções religiosas. Já estão sendo
anunciadas mais algumas nos meses de outubro, novembro e de-
zembro, com os mais variados apelos. A população está partici-
pando ativamente, após o período de reclusão imposto pela pan-
demia da Covid-19. Com a movimentação dos negócios, a eco-
nomia toma novo fôlego, garantindo mais empregos e renda para
os empreendedores e aos colaboradores. O setor do Turismo pra-
ticamente foi à falência e alguns ramos sumiram e agora, estão se
recompondo aos poucos. O Turismo, de uma forma ou outra,
mexe com todas as atividades e assim, a produção de produtos in-
dustriais e agrícolas recebe um incremento com o consumo. Os
empresários locais não podem desprezar o momento de agitação
do mercado turístico interno no Brasil. O apoio do governo fede-
ral, estadual e municipal, de um modo geral, no suporte aos even-
tos, proporciona nos negócios de Turismo nos municípios e com
isto, o incremento da arrecadação de tributos, na roda viva da eco-
nomia. O setor público precisa, cada vez mais, apoiar as iniciati-
vas de turismo, propiciando assim, um valor agregado aos produ-
tos produzidos, criados ou manufaturados no município. O Tu-
rismo de Eventos pode ser associado aos encantos naturais de cada
localidade.
NA BOCA DO POVO
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