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Campo Largo, quarta-feira,1º de novembro de 2023
Rodoviária Vereador Darci An-
dreassa passa a ter um novo mo-
delo de ad-
ministração, com ma-
nutenção e utilização
definidos em contrato
ao estilo de parceria pú-
blica/privada O prefei-
to Maurício Rivabem
(PSD) assinou na última semana o termo de
concessão da Rodoviária Municipal com a
iniciativa privada de acordo com a licitação realizada. A empresa vencedora de acordo com o documen-
to deve em até 60 (sessenta) dias colocar a estrutura em funcionamento. O imóvel público de Campo
Largo passou por ampla reforma, restauração e revitalização, para atender a atual demanda de mobili-
dade urbana. A Rodoviária e a vida política do vereador Darci Andreassa se confundem ao longo de
décadas. A população comenta que nada mais que justo o nome conferido ao imóvel pela Câmara
Municipal, na atual legislatura. A Rodoviária foi construída pelo então prefeito Carlos Zanlorenzi que
teve dois mandatos (1973/1977) (1983/1988) e o vereador Darci Andreassa sendo eleito pela primei-
ra vez em 1 982 e iniciando o mandato em janeiro de 1 983 e encerrou a sua vida legislativa, em 31 de
dezembro de 2020, com mandatos consecutivos. Sendo o mais longevo parlamentar da história políti-
ca de Campo Largo, com 40 (quarenta anos) de vida pública contribuindo com a administração do
município, para o bem da população campo-larguense. A honraria legislativa foi de autoria do verea-
dor João Carlos Ferreira – João D’Água (UB) e sancionada pelo prefeito Maurício Roberto Rivabem
(PSD), Lei Municipal nº 3338/2021.
Publicação da Gráfica Editora Campo Largo Ltda.
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Fechamento da Edição: Caderno Sociedade até quarta-feira às 15h00,
Noticiário e classificados até quinta-feira as 14h00;
Editais 12h00 de Quinta-feira.
Circulação: Balsa Nova, Campo Largo.
* Os artigos e opiniões publicados neste jornal
são de inteira responsabilidade dos autores, não
refletindo necessariamente a opinião dos editores.
EXPEDIENTE
EDITORIAL
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Colunas
Dia de Finados, celebrado em 02/11, remete ao luto e
à saudade pelas pessoas falecidas. A tradição de dedi-
car um dia aos falecidos vem dos primeiros séculos do Cristianis-
mo. No século II, os cristãos começaram a rezar pelos falecidos, e
no século V, surgiu a recomendação de um dia especial para orar
pelos que não tinham alguém que rezasse por eles e que haviam
sido esquecidos. O abade de Cluny, em 998, instruiu os monges a
orarem pelos mortos, seguindo o exemplo de muitos papas. So-
mente no século XIII, o Dia de Finados foi oficialmente estabe-
lecido no dia 2 de novembro para toda a Igreja latina.
É importante enfatizar que o Dia de Finados não é uma cele-
bração da morte, mas uma homenagem através da oração à me-
mória daqueles que se foram. Em uma cultura que muitas vezes
evita refletir ou aceitar a morte, há uma tendência de enxergar
esse dia como triste e a evitá-lo. A abordagem mais apropriada é
compreender a vida sob a perspectiva da fé.
O Dia de Finados nos lembra que a vida pode ser breve, mas
suficientemente intensa para deixar uma marca na história dos
outros com traços de eternidade. Que este dia traga paz para aque-
les que sofrem com o luto e renove a esperança nos corações afli-
tos. Não existe homenagem maior do que preservar o legado da-
queles que já não estão entre nós.
“Eu sou a ressurreição e a vida. Aquele que crê em mim, ainda
que esteja morto, viverá. E todo aquele que vive e crê em mim,
jamais morrerá.”
NA BOCA DO POVO
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sextas-feiras em sua casa. Tratar com Frank pelo telefo-
ne (41) 99817-6432.
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por Haroldo Wöhl
eleitor, ainda, está longe do período de es-
colha do seu candidato a prefeito e a verea-
dor, preferidos. Cada pessoa pode opinar sobre o me-
lhor nome para ocupar os cargos eletivos nos municí-
pios neste momento. Na via política, cada cidadão pode
postular o cargo de prefeito ou o de vereador, mas não é
bem assim a decisão final. Os princípios que regem a
escolha dos candidatos têm que atender a legislação elei-
toral e passar pelo crivo dos partidos políticos, nas con-
venções onde os dirigentes decidem pela melhor op-
ção. Neste ponto muitas vezes, a decisão pode não ser a
certa quanto ao nome, pois este pode não agradar o elei-
torado. Assim, nos próximos cinco meses os partidos
políticos estarão cadastrando os seus filiados com pre-
tensões de concorrer a um dos cargos disponíveis ou
quem sabe buscar novos nomes para habilitar o seu re-
gistro junto a justiça eleitoral. Os partidos políticos,
também, devem seguir as normas vigentes para indicar
seus candidatos próprios para prefeito e para vereador.
No caso de prefeito, pode se feita uma coligação de par-
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tidos ou de federações. A chapa de vereadores, por sua
vez, precisa ser pura, só de filiados do mesmo partido.
Nas últimas semanas, o assunto que tomou conta de
algumas correntes políticas, está relacionado ao PT que
participa de uma Federação com o PV e o PCdoB, os
três partidos precisam seguir uma mesma norma inter-
na definida pelo diretório nacional. Em linhas gerais,
ela foi estabelecida em convenção nacional conjunta e
aprovada pelo TSE na eleição presidencial de Lula. Os
NOS BASTIDORES DA POLÍTICA
partidos coligados com Lula no primeiro turno, bus-
cam a mesma composição nos municípios, uma coisa
que na maioria das vezes não será possível, pois o qua-
dro político é heterogêneo e as pretensões partidárias
são divergentes. Assim, os dirigentes partidários muni-
cipais precisam observar as regras superiores. Ao lado
de Lula, em 2022, estiveram juntos, também, a Federa-
ção PSOL/REDE e os partidos PSB, Agir, Avante, So-
lidariedade e Pros. Na evolução das coisas o Solidarie-
dade incorporou o Pros que deixou de existir para 2024.
Com as alianças do segundo turno, o quadro para 2024
fica ainda mais confuso nos municípios, com as deci-
sões emanando de Brasília. O cidadão precisa ficar aten-
to a cada movimento político, pois em março de 2024,
as filiações precisam estar definidas dentro de cada par-
tido. Não é fácil dizer que o PT de Lula fará coligação
com o PSB de Alckmin nos municípios, pois os outros
dois partidos da federação, PV e PCdoB, precisam ser
ouvidos. O PT não pode bater o martelo sozinho nos
municípios.
Presença Marcante
Na sessão solene de
entrega dos Diplomas de
Cidadão Honorário/Be-
nemérito na Câmara de
Campo Largo a presença
ilustre do deputado esta-
dual Alexandre Curi, atual 1º secretário da Assembleia
Legislativa do Paraná abrilhantou a noite festiva de ho-
menagens concedidas pelo legislativo campo-larguen-
se. Um novo cenário político de apoio à administração
municipal.
Honraria I
Foi concedido o título de Cida-
dão Honorário ao ex-deputado fe-
deral Paulo Martins (PL). Sua prin-
cipal marca parlamentar é o traba-
lho pelo fim do Imposto Sindical
Obrigatório. O ilustre homenageado concorreu a vaga
de senador pelo Paraná, em 2022, sendo o sendo mais
votado. A concessão foi de autoria do vereador Gené-
sio da Vital, eleito pelo PSC e hoje, por incorporação
nacional, está no Podemos. Uma nova decisão política
em breve.
Honraria II
Com grande contribui-
ção na educação paranaen-
se, o atual Secretário de Es-
tado da Educação, Roni
Miranda, recebeu o título
de Cidadão Honorário de
Campo Largo pela atuação
como gestor e professor em
prol dos campo-larguenses. A concessão de autoria do
vereador Alexandre Guimarães (PSD). Novidades po-
líticas no cenário municipal.
Honraria III
Com uma posição
marcante na educação
campo-larguense e
com uma contribuição
ímpar na formação de
centenas de professoras
de educação funda-
mental, a secretária
municipal de educação, Dorothéa Merchiori Stoco foi
agraciada com o título de Cidadã Honorária pela Câ-
mara de Campo Largo. A concessão da honraria tem
como autor o vereador João D’Água, presidente da
Câmara Municipal pelos relevantes serviços prestados
à educação.
Honraria IV
O ex-vereador Pedro Mosko
foi homenageado pela Câmara de
Campo Largo, com título de Ci-
dadão Honorário. A concessão
da honraria é de autoria do vere-
ador Sargento Leandro Chresta-
ni (SDD) em reconhecimento a
sua atuação como parlamentar,
como professor e como servidor público dedicado.
Com seu jeito peculiar tem o reconhecimento da po-
pulação.
Impasse
O PT de Campo Largo está mantendo reuniões
políticas com o PSB de Carlos Andrade visando com-
por uma coligação em 2024, para concorrer ao cargo
de prefeito. Acontece que o PT está numa federação
com o PV e o PCdoB e isto coloca em xeque os rumos
pretendidos pelos petistas campo-larguenses. O presi-
dente do PCdoB, Antônio Ermínio Santana já se ma-
nifestou publicamente ser contrário a uma decisão neste
momento. Primeiro tem que se definir as questões in-
ternas com os três partidos para depois ver como ficam
as coligações, diz ele.
PERGUNTAS DA SEMANA:
01 – Quais são os rumos dos Republicanos, na eleição de
2024, em Campo Largo?
02 – O ex-prefeito Affonso Guimarães estuda a volta ao PDT,
o partido que garantiu o seu primeiro mandato em Cam-
po Largo? Para a eleição municipal de 2024 deve mudar
de partido, após a decisão do PSD estadual.
03 – Será que a federação PSDB/CIDADANIA terá candi-
dato a prefeito, em Campo Largo? O deputado federal
Beto Richa está organizando os quadros municipais.
04 – Será que a federação REDE/PSOL fará coligação para
prefeito com o PT, em Campo Largo, na eleição de
2024?