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Campo Largo, sexta-feira, 1º de novembro de 2024
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* Os artigos e opiniões publicados neste jornal
são de inteira responsabilidade dos autores, não
refletindo necessariamente a opinião dos editores.
EXPEDIENTE
EDITORIAL
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A lembrança dos entes queridos que já se foram é
promovida no dia 02 de novembro de cada ano pe-
las famílias católicas. A presença desta data, dia de
Finados ou Dia dos Mortos, no calendário, remonta
ao século II, onde pelas evidências os cristãos já re-
zavam pelos seus falecidos, visitando os túmulos dos
mártires e pedindo pelos familiares que já morreram.
A Igreja adotou o costume e no século V passou a
dedicar um dia do ano para rezar por todos os mor-
tos, especialmente, pelos quais não tinham família e
ninguém se lembrava de pedir por suas almas. O dia
02 de novembro passou a ser data oficial como o Dia
de Finados só no século XIII. A escolha dos religio-
sos cristãos da data para suceder o Dia de Todos os
Santos, comemorado em 1º de novembro. No Bra-
sil, o Dia de Finados faz parte do costume católico e
consiste em visitar as sepulturas e enfeitar seus tú-
mulos com flores. As pessoas acendem velas por suas
almas e rezam por elas no cemitério ou em templos
religiosos. Pelos registros históricos e pesquisas das
civilizações, o culto aos mortos não é uma exclusivi-
dade do catolicismo. Quase todas as religiões, desde
a pré-história, contam com um dia específico dedi-
cado à memória dos mortos. Os Celtas, por exem-
plo, por acreditarem na continuação da vida após a
morte, reuniam-se em suas casas no dia 1º de novem-
bro para homenagear e evocar os que já partiram.
Nos países de religião budista, como na Tailândia,
os mortos também são homenageados até hoje por
meio de procissões, música e desfiles de máscaras. No
Japão, por outro lado, é costume fazer uma oferenda
de arroz e algas para que as almas dos mortos sejam
alimentadas. No caso do protestantismo, no entan-
to, a data não é comemorada. Os protestantes não
acreditam na existência do purgatório, como a Igre-
ja Católica e não têm o hábito de orar pelos mortos.
Cada país onde a religião católica é predominante
possui uma tradição para celebrar a data, com ritos e
cultos distintos.
m primeiro de janeiro, começa uma nova administração nas prefeituras em
todos os municípios brasileiros, mesmo que os prefeitos tenham sido reelei-
tos. Em toda composição política eleitoral, novos vetores entram nas ações de cam-
panha. Com as novas orientações aplicadas, o viés da transição de governo passa pelo
conjunto agregado com arranjos e posturas políticas diferentes. Os comentários so-
bre a futura administração de Maurício Rivabem passam por esta nova composição
político-partidária. A atual gestão termina em 31 de dezembro, possuindo um plano
de governo idealizado pelo prefeito eleito, em 2020, Marcelo Puppi. Agora, os proje-
tos, as propostas e o plano de governo serão outros, com uma série de inovações,
tanto na equipe, quanto nas ações de governo. Tudo o que virá, passou pelo crivo do
prefeito Maurício Rivabem e das lideranças aliadas ou coligadas. As novas decisões,
como se diz, estão no forno e a receita a ser aplicada pode não agradar a todos. Exis-
tem ações que precisam ser definidas antes mesmo da posse. Uma delas, de importân-
cia vital para a governabilidade, é a eleição do presidente da Câmara, já no primeiro
dia de mandato. Como o prefeito Maurício Rivabem possui a maioria na atual Câ-
mara de Vereadores, muita coisa pode eclodir até o final da atual legislatura. Nas
conversas, o assunto passa a ser de interesse geral e as opiniões se dividem sobre as
melhores decisões a serem tomadas. Os contatos estão sendo mantidos na esfera fe-
deral e na esfera estadual.
Disparada do PSD
O PSD, fundado em 2011, foi o partido que mais
avançou em números absolutos de prefeitos eleitos.
O total de municípios conquistados subiu de 656 em
2020 para 887 em 2024, uma alta de 231, ou 35%.
Desde a sua primeira eleição, em 2012, o PSD vem
registrando um crescimento constante. Em seu ano
de estreia, o PSD venceu em 492 municípios, passa-
dos 12 anos, o número quase dobrou, chegando aos
887 municípios. O resultado fez o PSD desbancar o
MDB que liderou o país em número de prefeitos eleitos ao longo dos últimos 20 anos.
Abstenção alta
No 2º turno das eleições municipais de
2024, cerca de 29% dos eleitores brasilei-
ros não compareceram para votar no do-
mingo, 27/10/2024. Em São Paulo, a abs-
tenção foi a maior da história em um 2º
turno, 2 940 360 eleitores (31,54%) e em
Curitiba, o número de abstenções foi de
394.912 eleitores (30,37%).
O PSD, presidido por Gilberto Kassab,
é o partido que vai liderar a maior parte
da população do país a partir de 2025.
Entre as capitais, a legenda vai comandar
Rio, Belo Horizonte e Curitiba. Em São
Paulo, fez parte da coligação vitoriosa que
reelegeu Ricardo Nunes, do MDB. Por si-
nal, o MDB será o segundo partido com
mais prefeituras no país e seguirá no po-
der na capital paulista.
Presença
Líder maior
Eduardo Pimentel e Greca: vitória da parce-
ria em Curitiba – 2024
Depois da aposta furada de Bolsonaro,
o principal fiador da candidatura de Ri-
cardo Nunes, na capital paulista, foi o go-
vernador de São Paulo, Tarcísio de Freitas
(Republicanos) que saiu fortalecido como
o nome da direita para a disputa presiden-
cial de 2026. No discurso da vitória, Nu-
nes o chamou de “líder maior”.
Ratinho forte
Com o resultado do segundo turno, o
PSD conquista 41% das prefeituras do
Paraná nas eleições 2024. A sigla do go-
vernador Ratinho Jr., no 1º turno, saiu
com 40% das prefeituras e no 2º turno,
ampliou a marca com mais duas nos três
municípios onde ocorreu o pleito.
A nova distribuição das siglas nos mu-
nicípios do Paraná para o mandato de pre-
feito de 2025 a 2028: PSD: 164 prefeitu-
ras; PP: 61 prefeituras; PL: 52 prefeitu-
ras; MDB: 30 prefeituras; UNIÃO BRA-
SIL: 30 prefeituras; REPUBLICANOS:
16 prefeituras; PSB: 14 prefeituras;
PSDB: 10 prefeituras; PODEMOS: 8
prefeituras; PDT: 5 prefeituras; PRD: 3
prefeituras; PT: 3 prefeituras; CIDADA-
NIA: 2 prefeituras; NOVO: uma prefei-
tura e SOLIDARIEDADE: uma prefei-
tura.
Os partidos Agir, Avante, Mobiliza
(PMN), PCdoB, PCO, Democracia Cris-
tã, PMB, PRTB, PSOL, PSTU, PV e
Rede registraram candidaturas às prefei-
turas, mas não elegeram nenhum candi-
dato no Paraná.
PSD com mais dois prefeitos no 2º turno – 2024