A NOTÍCIA DE HOJEA NOTÍCIA DE HOJE
A NOTÍCIA DE HOJEA NOTÍCIA DE HOJE
A NOTÍCIA DE HOJE
A HISTÓRIA NO FUTUROA HISTÓRIA NO FUTURO
A HISTÓRIA NO FUTUROA HISTÓRIA NO FUTURO
A HISTÓRIA NO FUTURO
nº 2.510- Ano XLII - Campo Largo, se xta-feira, 9 de janeiro de 2026
R$ 2,00R$ 2,00
R$ 2,00R$ 2,00
R$ 2,00
Aponte a
câmera do seu
celular para o
QR Code e
acesse o site do
Metropolitano
Online
O tradicional Con-
curso Miss Balsa
Nova será no dia 16
de janeiro, no Clube
Corcovado, e prome-
te movimentar o ca-
lendário social do
município. Oito can-
didatas sobem à pas-
sarela.
| Pág. 5
26ª Festa do Milho de Balsa Nova
Mutirão de empregos - Hospital do Rocio
Tradição centenária, Seresta de Reis marca início do ano
O Hospital do
Rocio realiza, no
dia 20/01, um mu-
tirão de empregos
na Agência do Tra-
balhador de Cam-
po Largo. A inicia-
tiva, promovida em
parceria com o Sine,
a Prefeitura Muni-
cipal e o Governo
do Paraná, disponibiliza vagas em diferentes setores.
| Pág. 6
A Arquidiocese
de Curitiba celebra,
em 11 de agosto de
2026, o centenário
de nascimento de
Dom Pedro Antô-
nio Fedalto, arcebis-
po emérito e uma
das principais lideran-
ças da Igreja Católica
no Paraná. Natural de Campo Largo, ele construiu sua base
humana e espiritual na Colônia Antônio Rebouças.
| Pág. 4
Dom Pedro Fedalto completa 100 anos em 2026
Compras, sabores e lazer: Feira Noturna
agita janeiro em Campo Largo
Durante todo o mês de janeiro, a Praça Getúlio Vargas (tradicional Praça do Museu) recebe a Feira
Noturna de Campo Largo. O evento reúne expositores locais com opções de artesanato, produtos varia-
dos e alimentação, valorizando o comércio local e o empreendedorismo campo-larguense.
Pág. 3
Miss Balsa Nova 2026
A 26ª Festa do Milho de Balsa Nova acontece de 23 a 25 de
janeiro, no Centro de Eventos Pedro Besciak, como parte das
comemorações pelos 65 anos de emancipação política do
município. A programação inclui feira, exposições, praça de
alimentação com pratos à base de milho, apresentações cultu-
rais, parque de diversões e shows nacionais. Saiba mais.
| Pág. 5
Na madrugada de 04 de janeiro, Campo Largo viveu mais um capítulo de sua história cultural com a
realização da 120ª Seresta de Reis. O tradicional cortejo percorreu as ruas da cidade, reunindo vozes,
instrumentos e sentimentos que atravessam gerações.
| Pág. 3
2
Campo Largo, sexta-feira, 9 de janeiro de 2026
Publicação da Gráfica Editora Campo Largo Ltda.
CNPJ-76.743.442/0001-90
Rua XV de Novembro, 2295, Sala 25, Centro,
Campo Largo, Paraná CEP 83601-030
Diretora: Alair Soares Wöhl
Departamento de Jornalismo: Fone:(41) 99859-3384
Jornalista Mayra Luma Melo de Carvalho - MTb 0012406/PR
Departamento Comercial : (41) 99995-7466
e-mail: metrocomercial@gmail.com
Diagramação: Aldemir D. Batista - exceuni.com.br
Impressão: Press Alternativa (41) 999833933
Fechamento da Edição: Caderno Sociedade até quarta-feira às
15h00, Noticiário e classificados até quinta-feira as 14h00;
Editais 12h00 de Quinta-feira.
Circulação: Balsa Nova, Campo Largo.
* Os artigos e opiniões publicados neste jornal
são de inteira responsabilidade dos autores, não
refletindo necessariamente a opinião dos editores.
Política
EXPEDIENTE
EDITORIAL
Na sessão ordinária da Câmara de Vereado-
res de Campo Largo do dia 15 de dezembro
de 2025, foram aprovadas alterações no Plano
Diretor. Sendo a última do ano. Com o trâmi-
te na Câmara Municipal e a sanção do prefei-
to, foi alterada a Lei nº 3000, de 19 de dezem-
bro de 2018, que dispõe sobre o Plano Diretor
de Desenvolvimento Integrado do Município
de Campo Largo, passando a vigorar a Lei nº
3963, de 18 de dezembro de 2025. O cidadão,
com o novo texto legal, precisa observar os
ajustes realizados nas normas do uso e ocupa-
ção do solo, do zoneamento urbano, e outras
disposições urbanísticas que promovem mu-
danças na legislação urbanística. O ano de
2026, em Campo Largo, começa sob esta nova
lei que estabelece inovações, no uso do solo,
no zoneamento, na infraestrutura, na função
social da propriedade, na preservação. Cada
município, dentro dos parâmetros legais e obri-
gatórios, precisa organizar o desenvolvimento
urbano, promover a qualidade de vida ao cida-
dão e estabelecer uma linha de decisões gover-
namentais. A lei que estabelece o Plano Dire-
tor e a as suas alterações exige audiências pú-
blicas e debates com a sociedade para cons-
truir um consenso. Após as discussões, é envi-
ado à Câmara Municipal para aprovação e deve
ser revisado a cada 10 (dez) anos, para se adap-
tar às novas realidades urbanas. A determina-
ção legal para os procedimentos em cada mu-
nicípio é o Estatuto da Cidade (Lei Federal nº
10.257/2001) e é obrigatório para municípios
com mais de 20 mil habitantes, cidades em re-
giões metropolitanas e áreas turísticas. Para
Campo Largo, a nova legislação estabelece no
seu texto que as alterações e/ou emendas do
Plano Diretor passam a ser submetidas preli-
minarmente ao crivo popular em audiência
pública, exame da Secretaria Municipal de
Desenvolvimento Urbano e parecer do Con-
selho da Cidade. O futuro urbano está direta-
mente ligado ao modelo de cidade desejada e
é um regulamento das ações públicas e priva-
das durante o período estabelecido.
Plano Diretor
C
omeçou mais um ano
eleitoral e o cidadão
campo-larguense terá outra
oportunidade de votar em
candidatos locais, para depu-
tado estadual e deputado fe-
deral. Muitos eleitores de
Campo Largo destinam seus
votos a nomes que não pos-
suem ligações com os interes-
ses municipais e as raízes político-partidárias destes estão dis-
tantes. Ter ou não ter um deputado, faz diferença para um
município? A resposta à pergunta merece várias observações.
O comparativo mais recente nesta questão, passa pelo último
representante campo-larguense na Assembleia Legislativa do
Paraná com benefícios, verbas e obras recebidos pelo municí-
pio. A balança pende mais pela necessidade de eleger um par-
lamentar ou melhor, a pretensão de ter um deputado estadual
e um deputado federal. Estar próximo das decisões de gover-
no é crucial para um município como Campo Largo, que cres-
ce a cada dia e tem a necessidade de investimentos para o de-
senvolvimento dentro da região geopolítica que está inserido.
Assim, o presidente da Câmara, vereador Alexandre Guima-
rães, buscará novamente uma das vagas de deputado estadual
e na outra linha, a vice-prefeita, Cris Chemin, está bem cotada
para concorrer a uma das cadeiras de deputado federal. Uma
dobradinha que poderá mostrar a força das urnas de Campo
largo. Os comentários tendem a ficar mais acirrados entre prós
e contras, passando pela rivalidade política onde outros nomes
locais podem surgir. No conjunto de forças político-partidári-
as, os interesses de representação parlamentar podem ajudar
ou atrapalhar. O eleitor olha os nomes, mas o que importa
mesmo é a possibilidade da eleição de um candidato e para
isto, o importante é o partido a que está filiado o postulante a
uma cadeira no legislativo estadual ou federal. As chapas pro-
porcionais fazem parte da máquina eleitoral e até março, as
escolhas precisam ser feitas pelos partidos.
Na Boca do Povo
Cenário I
Uma possível dobra-
dinha que pode ocorrer
em Campo Largo é a de
Jean Naiser para deputado
estadual e de Newton Bo-
nin para deputado fede-
ral. Nesta possível com-
posição, cada um deles
possui uma base estabe-
lecida no município.
Jean Naiser já concorreu
a vereador, a prefeito e
a deputado estadual, com ex-
pressivas votações e Newton
Bonin é suplente de deputado
federal e fez campanha no
município na eleição de 2022.
Cada um deles deve definir o
partido pelo qual for concor-
rer até março.
PERGUNTAS DA SEMANA
I Como ficou o julgamento do caso das marmitas?
II Qual será o presente de Lula para o presidente do Senado Davi Alcolum-
bre?
III Será que pode acontecer a reeleição do prefeito Maurício Rivabem, para
mais um mandato em 2028? O assunto está no Congresso.
IV Quem poderá criticar o governo de Maurício Rivabem, em 2025, foram
construídas 82 (oitenta e duas) emendas impositivas no Orçamento 2026?
Todos os vereadores receberam uma fatia.
V Será que o Progressistas lançará candidato a deputado por Campo Largo?
Cenário II
Numa linha de reelei-
ção, alguns deputados
federais estão numa dis-
puta por votos nos mu-
nicípios, neste período
de pré-campanha. As
bases eleitorais come-
çam a organizar frentes
pelo melhor resultado
nas urnas. Em Campo
Largo, os deputados fede-
rais Sergio Souza (MDB) e
Zeca Dirceu (PT) estão di-
vidindo espaço na adminis-
tração municipal. No confli-
to de interesses, aparece o mi-
litante Paulinho Gonçalves por
Zeca Dirceu e o vereador Luiz
Scervenski por Sergio Souza.
As bandeiras de um ou de ou-
tro já estão tremulando nos re-
dutos.
Cenário III
Uma das com-
posições políticas
mais expressiva gira
na órbita da família
Francischini. Estão
sendo costuradas
duas dobradinhas
de deputado esta-
dual e de deputado
federal. Numa ver-
tente, a atual depu-
tada Flávia Francischini (UB)
construi uma caminhada ao
lado do marido o delegado
Fernando Francischini (SDD)
pré-candidato a deputado fe-
deral. Na outra, o atual depu-
tado federal Felipe Francischi-
ni (UB), filho de Fernando,
consolida a caminhada com a
sua mãe, Luciane Bonatto (Po-
demos) para deputada estadu-
al. Tudo em família.
Colégio Estadual Cívico-Militar João XXIII transforma fanfarra em banda marcial
O Colégio Estadual Cívico-
Militar João XXIII de Campo Lar-
go obteve uma importante con-
quista no final de 2025, para a efe-
tivação da Banda do Colégio João
XXIII. As solicitações encaminha-
das ao governo estadual, pela di-
retora Elizane Zanlorensi Sprea,
para a implantação de uma banda
marcial, foram atendidas, com
apoio do secretário de Educação,
Roni Miranda e encaminhamentos
do vereador Athos Martinez para
liberação dos recursos. A transfor-
mação da fanfarra em banda mar-
cial acontece com a destinação de
uma cota extra da Secretaria Esta-
dual de Educação de R$ 50 000,00,
usada para a compra de instrumen-
tos de sopro de alta qualidade.
A principal diferença fica esta-
belecida pela complexidade dos
instrumentos de sopro. A fanfar-
ra usa instrumentos lisos (sem pis-
tões/válvulas, como cornetas sim-
ples), focando em percussão e rit-
mo, enquanto que a banda marci-
al tem instrumentos de sopro
completos (com pistões/válvulas,
como trompetes e trombones),
permitindo repertório mais vasto
e elaboradas melodias, além de
percussão. Ambas se apresentam
em desfiles, mas a fanfarra é mais
simples e rítmica e a banda marci-
al mais rica em harmonia.