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Campo Largo,sexta-feira, 10 de abril de 2026
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Circulação: Balsa Nova, Campo Largo.
* Os artigos e opiniões publicados neste jornal
são de inteira responsabilidade dos autores, não
refletindo necessariamente a opinião dos editores.
Colunas
EXPEDIENTE
EDITORIAL
Os partidos políticos fecharam os seus quadros de
filiados para escolher os nomes e indicar as suas chapas
para concorrer nas eleições. Seis meses antes das elei-
ções, o começo do mês de abril de 2026, dias 03 e 04,
marcou uma movimentação de mudanças e filiações em
partidos. Os dirigentes partidários e os pré-candidatos
até as convenções buscam nas bases eleitorais nos mu-
nicípios o apoio para os futuros indicados e que serão
oficializados junto à justiça eleitoral. Para as eleições ma-
joritárias, Presidente da República, para Governador de
Estado e para Senador, em menor número com nomes
que despontam nas pesquisas eleitorais, mas isto não quer
dizer que todos estarão na corrida eleitoral. Alguns se-
rão preteridos nas convenções dos partidos. Neste rol
de candidaturas, as alianças ou as coligações devem me-
xer com o processo, a partir de julho, para estabelecer o
grid de largada. O contato mais direto com os eleitores
acontece mesmo com os pré-candidatos a deputado, tan-
to estadual, quanto federal. A eleição de deputados é
proporcional, nem sempre o mais votado ou com boa
votação se elege, depende da chapa em que estiver regis-
trado. Não existe mais coligação na eleição proporcio-
nal. Cada partido tem que montar a sua própria chapa
com os seus atuais filiados. No ensaio prévio de vota-
ção, muitos dos atuais deputados fizeram o dever de casa
e com uma perspectiva de votação própria e dos compa-
nheiros mudaram de sigla. Nesta revoada ou acomoda-
ção, dezenas dos atuais deputados estaduais mudaram
de sigla, pela quantidade de votos ou pelo fundo parti-
dário. Numa primeira observação, o PDT do vereador
Alexandre Guimarães, pré-candidato a deputado, pode
ampliar a bancada da Assembleia Legislativa, podendo
chegar a quatro deputados eleitos, em 2026. O número
de votos da chapa indica a quantidade de deputados elei-
tos, observando as regras eleitorais, principalmente, a
cláusula de barreira e o quociente eleitoral.
Definições
O PL de Campo Largo vive momentos
de incertezas. O caldeirão está fervendo e
as decisões político-partidárias, uma em
cima de outra, criaram um clima de incer-
tezas para muitos filiados, inclusive para
os vereadores da sigla. O cabo de guerra
tem origem na eleição de 2024, quando o
PL de Campo Largo rachou, a tal ponto
que uma ala ficou do lado PSD de Maurí-
cio Rivabem e outra do lado do PP de
Christiano Puppi. No vai e vem das deci-
sões, inclusive judiciais, alguns pré-candi-
datos a vereador foram excluídos. Agora,
para a eleição de 2026, novo abalo na es-
trutura municipal, com ingerência direta
de cima para baixo. O deputado federal
A
semana está re-
pleta de comen-
tários sobre a
troca de filiação partidá-
ria de vários dos atuais
deputados estaduais.
Para alguns, a meta é a
reeleição e para outros,
caso de Alexandre Curi
e Requião Filho é concorrer ao governo do estado e fortalecer
os seus novos partidos, com a eleição de mais deputados. Agora,
cada partido quer e precisa montar suas chapas completas com
nomes com bom cacife eleitoral. Basta analisar a lista para
cada cidadão opinar com mais consistência.
Na Boca do Povo
Candidato II
Juntos ou separados? Dois
políticos filiados ao Progressis-
tas (PP), na eleição de 2024,
mudaram de partido, e cada um
deles foi para um lado diferente.
Isto indica que ambos podem
surgir como candidatos a depu-
tado em chapas diferentes. O
vereador Gustavo Torres foi
para o Republicanos e deve
montar dobradinha com o de-
putado federal Pedro Lupion
que também está filiado ao Re-
publicanos. O outro dissidente
do PP é o suplente de deputado
estadual Christino Puppi que
saiu do ninho de Ricardo Bar-
ros e Cida Borguetti e mudou
PERGUNTAS DA SEMANA
I – Quem será o cabeça de chapa de deputados estaduais do PSD no Paraná?
Na eleição passada, foi o deputado Alexandre Curi, pré-candidato a go-
vernador em 2026.
II – Será que o MDB quer uma vaga de senador e a vaga de vice-governador,
no Paraná? Isto numa coligação majoritária. Álvaro Dias e Rafael Greca
são cotados.
III – Depois do término de prazos de filiação e de desincompatibilização, o
eleitor de Campo Largo quer saber: quem tem chances de se eleger depu-
tado estadual?
IV – Na mesma linha de raciocínio, quem poderia ser o (a) primeiro (a) deputa-
do (a) federal por Campo Largo?
V – A eleição de deputados federais estabelece normas para a sobrevivência
de cada partido. O Paraná possui 30 (trinta) deputados federais, e assim,
cada chapa pode ter no máximo 31 (trinta e um candidatos (as)). Já para os
deputados estaduais, são 55 (cinquenta e cinco) vagas, no máximo, em
cada chapa e deve ser atendida a proporção para as mulheres. Os partidos
querem o maior número de deputados no Congresso Nacional. Qual será
o partido campeão, na composição das 513 cadeiras?
Candidato
As nuvens mudam de for-
mato a todo instante. Na últi-
ma semana, muitas decisões
políticas foram tomadas. Em
Campo Largo, a grande novi-
dade foi a decisão do vereador
Junior Polaco Preto (PSD) de
se lançar pré-candidato a de-
putado federal, apoiado pelo
deputado estadual Marcio Nu-
nes. A base do prefeito Maurí-
cio Rivabem (PSD) se posici-
ona ao lado do governador
Ratinho Jr.
Candidato III
Na Tribuna da Câmara de
Campo Largo, o vereador Ale-
xandre Guimarães (PDT), pré-
candidato a deputado, falou so-
bre a sua trajetória política e um
pouco da história do partido.
“Sou um político de centro, do
amplo diálogo e não gosto de
extremos”, frisou. Quanto à
memória da sigla, disse que o
PDT é destaque, pois fez dois
prefeitos, Affonso Guimarães e
Emidio Pianaro Jr. Na lista de
prefeitos pedetistas, podem ser
citados Jaime Lerner e Rafael
Greca. O PDT elegeu dois ve-
readores, em 2024, Alexandre
Guimarães e Tomazina, e tem
para o PL, junto com o senador
Sergio Moro, o principal cabo
eleitoral na campanha eleitoral
de prefeito, quando foi derrota-
do pelo grupo de Maurício Ri-
vabem. Em 2026, os dois podem
ser lançados como candidatos a
deputado estadual.
Pedras no caminho
Se em 2024, o então pré-can-
didato a prefeito, Christiano Pu-
ppi, pretendeu tirar o PL do pre-
sidente do PL municipal, João
Marcos Cubas, e não obteve su-
cesso, indo parar nas mãos de
Pedro Parolin Teixeira. Agora,
em 2026, participando duma jo-
gada maior, numa campanha de
presidente e de governador, jo-
gou suas fichas e desta feita as-
sumiu a presidência do PL de
Campo Largo. O PL (22) lem-
bra bastante o PFL (25), mas são
coisas bem diferentes.
NOS BASTIDORES DA POLÍTICA
Giacobo, padrinho político do secretário
municipal João Marcos Cuba, perdeu a
presidência estadual, por decisão do sena-
dor Sergio Moro e Christiano Puppi aban-
donou o Progressistas (PP) e migrou para
o PL, com o convite do deputado Filipe
Barros. Giacobo e João Marcos passam a
liderar os descontentes com este jogo de
forças políticas. Em Campo Largo, o PL
deve conviver com um impasse, onde os
dois vereadores da sigla, Athos Martinez e
Rogério das Tintas, não devem caminhar
ao lado de Christiano Puppi. Os dois ve-
readores, hoje, fazem parte da base aliada
do prefeito Maurício Rivabem. Oportunis-
mo político neste momento para uma jo-
gada futura, usando o cacife do PL federal
e estadual, com as candidaturas a presiden-
te e a governador. O PP estadual está em
outra linha, não estará ao lado de Sergio
Moro. .
como referência nacional Leo-
nel Brizola, que foi um excelen-
te governador para o Rio de Ja-
neiro, mesmo sendo gaúcho. Os
cariocas estão com saudades da-
queles tempos.
Prezados Clientes
Passando para comunicar que a partir de outubro
estaremos com novos horários de agendamento.
Agenda aberta das 8 horas às 12 horas e das 13
horas às 22 horas. De segunda-feira a sexta-feira. Não
deixe seu pet sem banho, agende seu horário pelo
whats (41 ) 984414367