Vatapá 17-12-2021 Na Boca do Povo

Postado por admin 18/12/2021 0 Comentários Vatapá,

O primeiro ano das administrações municipais se encerra em 31 de dezembro e com ele, a aplicação do Orçamento Municipal elaborado pelo prefeito do mandato anterior. Da mesma forma, a primeira legislatura se encerra. As Câmaras Municipais tiveram boas renovações e com isto, alguns procedimentos foram renovados. Em Campo Largo e em Balsa Nova, os parlamentares mantiveram uma base de apoio ao Executivo Municipal e com esta postura de buscar o melhor para o município foi muito importante. O ano de 2021, foi atípico devido as determinações legais de enfrentamento à pandemia da COVID 19. Muitas alterações pretendidas pelos prefeitos não puderam ser executadas em virtude de que novas despesas não puderam ser implementadas, inclusive na equipe de governo neste primeiro ano de mandato. Assim, a data de 31 de dezembro, também, marca o fim de certos procedimentos e para o novo ano, novidades podem surgir. Cada legislativo municipal aprovou o Orçamento para 2022 com base dos dados apresentados pelos atuais governantes. Se antes, existiam impedimentos, no futuro próximo as diretrizes de governos e renovam. Resta ao cidadão, analisar a Lei Orçamentária para 2022 e verificar o que cada governo municipal pretende executar em benefício da população. Nesta dinâmica, algumas ponderações podem acontecer, pois nem sempre o que o governante quer é o mesmo que a população deseja. Muita coisa pode ser resolvida entre o Executivo e Legislativo para o bem dos munícipes.  

 

Convocação

 

 

O município de Campo Largo, através da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Urbano, torna público e convoca a sociedade campo-larguense para participar da 6º Audiência Pública referente ao processo de Adequação do Perímetro Urbano - Plano Diretor Municipal, para a apresentação e discussão das adequações da Leis Municipais nº 3.002/2018 atualizada pela Lei nº 3.221/2018, que estabelece os Perímetro Urbanos da Sede Urbana e Bateias. A audiência será realizada no dia 21 de dezembro de 2021 (terça-feira), às 19h, no auditório da Casa da Cultura Dr. José Antônio Puppi, localizada a Rua Centenário, n° 2011.  

 

Divergência

 

 

O ponto de vista de vereador sobre o Orçamento Municipal deve ser analisado de várias formas. Se não existe o convencimento da maioria dos parlamentares o orçamento não pode ser rejeitado. As matérias financeiras cabem decisão ao poder Executivo Municipal. Depois de passar pelas Comissões Competentes da Câmara Municipal, um vereador pode se manifestar contrário ao parecer das comissões, mas nunca ser contrário a todo o conjunto que tramitou na Casa de Leis. A divergência não pode impedir as ações do governo municipal a favor da população. O que cabe a um vereador é fiscalizar a aplicação dos recursos.  

 

Primeiro ano

 

 

Os onze vices prefeitos, como declara, o prefeito Maurício Rivabem, na sucessão do prefeito Marcelo Puppi (in memoriam) souberam conduzir os trabalhos legislativos sem muita polêmica. Os pontos divergentes tiveram como referência o presidente da Câmara, vereador Pedro Barausse.  Na última sessão de 2021, os vereadores manifestaram a conduta e os elogios foram expressivos para toda equipe de servidores, comissionados e estatutários, da Casa de Leis. 

 

Novo ano

 

 

O ano de 2022 será marcante para a população de Campo Largo. A bandeira de ter um representante do município, na Assembleia Legislativa ou até mesmo, na Câmara Federal mexe com os segmentos socias e empresarias do município. Hoje, a expressão máxima neste ponto é o atual vereador Alexandre Guimarães. Ele foi o último deputado estadual e atualmente, está na suplência. Obteve nas duas eleições votações que mexem com a imaginação dos eleitores. Foram, 24 357 votos, no PSC, em 2014 e 25 300 votos, no PSD, em 2018. O potencial de votos existe e com a nova legislação as chances se ampliam.   

Pré-candidaturas a deputado

 

 

Não se pode ignorar, em Campo Largo que muitos votos serão abocanhados por candidatos de fora do município. A história mostra que esta posição prejudica os interesses políticos municipais. O principal ponto neste debate é que os partidos montam as suas células nos municípios e os pré-candidatos buscam os votos pela fidelidade a sigla partidária. Na eleição de 2018, o campeão de votos, Fernando Francischini obteve, em 2018, no Paraná, 427 749 votos, hoje, ele está cassado e não poderá disputar a próxima eleição. Em Campo Largo, ele somou 8 114 votos. Foram mais votos que os dois principais concorrentes locais obtiveram no município. O “Voto Campo Largo” pode ser construído outra vez.

 

Frase da semana:

 

"Nossos partidos são base no governo na Assembleia. Nós temos uma parceria muito grande. Agora, no ano que vem, é só esperar as convenções para oficializar este apoio".

 Declarou o presidente estadual da nova sigla, o deputado federal Felipe Francischini (PSL), destacando que os partidos são base governista no estado nos últimos três anos, na recente reunião de criação do União Brasil no Paraná.

Frase da semana II:

 

“Por enquanto, nada muda. A previsão é de que a homologação da nova legenda ocorra em janeiro e, até lá, diretórios tanto do DEM quanto do PSL continuarão existindo e exercendo suas atividades. Aguardaremos a conclusão do processo de fusão para decidir sobre nosso futuro”.

Do prefeito de Curitiba, Rafael Greca (DEM) sobre a fusão do DEM com o PSL e a possível mudança de partido.

 

Perguntas da semana:

 

I – Quem será o candidato a deputado pelo PT de Campo Largo? Existem lideranças que podem aceitar a incumbência.

II – Será que o ex-governador Roberto Requião, já, escolheu um novo partido? Todos afirmam que irá para o PDT de Ciro Gomes, coisa que não fecha nas contas políticas.

III – Como fica a aliança do PSD com o União Brasil para a eleição de deputados, em Campo Largo? Alguns pré-candidatos devem concorrer na base de Ratinho Jr.

IV – Como fica o MDB na relação de forças políticas no Paraná? A princípio cada sigla deve montar uma chapa forte para garantir presença na Câmara dos Deputados, em Brasília. São apenas 30 vagas de deputado federal pelo estado.

V – Como fica o PSB do Paraná que é partido da base do governo Ratinho Jr.? O problema reside numa aliança nacional ao lado de LULA para presidente.

 

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