

Sem dúvida nenhuma, as pessoas começam a comparar os pré-candidatos a presidente do Brasil. A polarização entre Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) traz muita coisa à tona e chega ao grande público pelos mais diferentes meios de comunicação. As redes sociais passam ficar em segundo plano devido a quantidade de “Fake News”, notícias falsas. O uso das mídias sociais foi uma das alavancas da eleição de Jair Bolsonaro, em 2018. Tudo ainda está na pré-campanha eleitoral. A campanha real só terá início após as convenções partidárias, quando os então candidatos, depois dos devidos registros, podem sair as ruas e participar das propagandas permitidas, na televisão, nas rádios e também, em reuniões ou comícios de forma aberta, com participação popular. Serão, apenas, quarenta cinco dias, começando em agosto e em todo o mês de setembro. Até lá, os outros pré-candidatos a presidente procuram os seus espaços no meio da polarização entre direita e esquerda, por assim se dizer. Neste contexto, a escolha partidária e as coligações estarão em marcha. A movimentação partidária de alguns dos partidos grandes apontam para uma candidatura única como terceira via, se isto for possível e aceito pelos eleitores diante do quadro social e econômico que o país vive. João Dória (PSDB), Eduardo Leite (PSDB), Ciro Gomes (PDT), Simone Tebet (MDB), Luciano Bivar (UB), Sergio Moro (UB), Rodrigo Pacheco (PSD) e outros mais de partidos menores buscam votos para garantir posição no futuro político partidário, a partir de 2023. Não se pode esquecer que a eleição 2022, não será só de presidente, mas, também, de governador, de senador, de deputados federais e de deputados estaduais, em cada unidade da federação, onde a eleição de deputados federais passa a ser de suma importância para os partidos. Na relação de força política futura, os dirigentes partidários buscam através das candidaturas majoritárias eleger o maior número de deputados federais, para garantir os recursos para a sobrevivência de suas legendas. Como os votos estão nos municípios, as lideranças municipais serão estimuladas a buscar os votos para que o resultado seja o melhor possível. De conversa em conversa, os nomes dos pré-candidatos estão sendo divulgados.
Cenário

O governador Ratinho Jr. (PSD) consolidou uma coligação com o Podemos do senador Álvaro Dias (PODEMOS), em 2028, garantindo a eleição do senador Oriovisto Guimarães. Para 2022, nas entrelinhas, o acordo anterior deve ser mantido. Uma discussão que surgiu nas últimas semanas é a de um possível rompimento. Coisa já discutida dentro do Podemos e assim, o partido o Plano B de candidatura própria ao governo do estado. Como as nuvens mudam de formato a cada instante, o conjunto de forças políticas deve apontar um rumo.
Cenário II

O PT de Lula, mais uma vez, adiou a data de lançamento ou anuncio da Chapa Presidencial Lula/Alckmin (PT/PSB). Agora, o comando petista orienta que a festa da confirmação será no mês de maio. A relação entre PT e PSB não está coesa e qualquer passo em falso poderá implodir a campanha aliada, coligada ou federada. O ponto principal se resume que uma FEDERAÇÃO pode surgir até o final de maio. O processo está em andamento pelos estados depois de muitas idas e vindas.
Partido

Com a troca do PROS pelo PSDB, o ex-candidato a prefeito, em Campo Largo, Capitão Alves, passa a ser pré-candidato a deputado federal tucano no município. Em evento com a presença do pré-candidato a governador, César Silvestri Filho e do ex-prefeito Edson Basso, também, recém filiado ao PSDB, ocorreu a confirmação. Capitão Alves integrará a chapa proporcional tucana, onde o destaque é o ex-governador Beto Richa. Uma presença campo-larguense no cenário estadual.
Partido II

A cada dia os partidos políticos organizam os seus quadros, principalmente, com vistas as eleições de outubro deste ano. O período de filiações já está encerrado, mas existem acertos internos nos partidos na formação das chapas para deputados, federais e estaduais. Campo Largo tem como pré-candidato a deputado estadual, o ex-secretário municipal, Christiano Puppi, recém filiado ao PP da ex-governadora Cida Borguetti. A chapa Progressista estadual será puxada pela deputada estadual Maria Victória. Com o apoio estadual, Puppi pode representar o município na Assembleia Legislativa.
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