

Com a proximidade das eleições, em outubro de 2022, as pessoas começam a conversar sobre os possíveis candidatos e avaliar os prós e os contras em votar neste ou naquele candidato. Muitos eleitores estão confusos com as alterações na legislação eleitoral. Como cada partido precisa montar sua própria chapa de deputados, uma para estadual e outra para federal, para ter um bom resultado nas urnas eletrônicas, a opção de candidatura própria para presidente ou para governador altera o quadro político eleitoral. Na última semana, dois pontos chamara bastante atenção, um deles foi o pomposo casamento do pré-candidato a presidente Lula pela federação PT/PV/PCdoB e em coligação com o PSB e o outro, envolve a Petrobrás, com mais uma troca de presidente da empresa estatal, pelo presidente Jair Bolsonaro que é pré-candidato pela reeleição. No meio da polarização nacional, outros lances ou jogadas políticas aconteceram, como a desistência do ex-governador de São Paulo, João Dória, em concorrer a presidência. No meio das decisões políticas, os comentários envolvem um outro cenário de pré-candidatos. O PSL e o DEM se fundiram criando o União Brasil (UB) e possuem uma boa força eleitoral nos estados e um grande montante de recursos dos fundos para a eleição de 2022. O deputado federal Luciano Bivar, presidente do UB, é o pré-candidato da sigla a presidente da República. Em Campo Largo, a fusão criou uma legenda forte, o UB tem o prefeito Maurício Rivabem e quatro vereadores, Pedrinho Barausse (Presidente da Câmara), Marcio Beraldo, Dr. João Freita e João D’Água. A nível estadual, o UB tem na presidência o deputado federal Felipe Franchiscini que é pré-candidato a reeleição. Como a quantidade de partidos é grande, os eleitores estão bem confusos em quem votar para não perder o voto. As eleições passadas, muitos votos foram perdidos, pois nem sempre quem é bem votado será o eleito para deputado. O debate está aberto e uma coisa é certa, os partidos estarão atuando nos municípios, cobrando um bom resultado nas urnas. Os ajustes podem acontecer mesmo antes da campanha chegar as ruas.
Pelo Interior

Tudo faz parte de uma pré-campanha eleitoral de deputado. Assim, o ex-secretário municipal Christiano Puppi está mantendo contato com a população. Nas suas andanças pelo interior, na última semana, participou da Festa da Comunidade, na localidade de Geada, em Campo Largo. A cada se somam mais pessoas com intenção de voto.
Na estrada

O ex-governador Beto Richa (PSDB) está na estrada em pré-campanha, em busca de apoio político. A sua nova caminhada é por uma das trinta vagas de deputado federal, do Paraná no Congresso Nacional. O quadro político tucano no estado não está fácil. A turbulência nos voos nacionais pode afetar muitos interesses. Com a desistência de João Dória como pré-candidato a presidente, a construção de palanque eleitoral pode ficar prejudicado. Assim, Beto Richa caminhara pelo estado ao lado de César Silvestri que é pré-candidato a governador.
Na estrada II

O senador Álvaro Dias (Podemos) está em busca de mais um mandato de senador, em 2022. No conjunto de forças, o Podemos ficou órfão de Sergio Moro que escapou para o União Brasil. A aliança de 2018 com o governador Ratinho Jr. parece que não está certa. A coligação PSD e Podemos possui interferência do diretório nacional do PSD que busca outras opções. O presidente do PSD, Gilberto Kassab está costurando coligações em cada estado.
Na estrada III

O partido União Brasil, já, estabeleceu que concorrerá com chapa pura para Presidente da República. O deputado federal Luciano Bivar é o cabeça de chapa e na vice deve ser homologada a senadora Soraya Thronicke (MS). Os partidos ditos da 3ª via devem caminhar cada um por si. No Paraná, o deputado federal Felipe Francischini deve equilibrar a batata quente pelos municípios.
Apoio Político

Nos últimos dias, o pré-candidato Christiano vem conversando com lideranças políticas. Em evento com o ex-candidato a prefeito Luiz Adão recebeu deste o apoio político para a sua pré-campanha para deputado estadual. Cada divulgação amplia os horizontes de uma campanha positiva.
Chapas políticas

A coligação majoritária PSD/PP, costura pelo governador Ratinho Jr. deve consolidar uma boa quantidade de candidatos a deputado federal e estadual. Os partidos PSDB, União Brasil, MDB e Podemos estão caminhando com chapas isoladas. O PSB deve se coligar a federação formada pelo PT/PV/PCdoB que possui o ex-senador Roberto Requião como pré-candidato ao governo do Paraná.
Dobradinhas

O garimpo de votos por candidatos de outros municípios sempre aconteceu em Campo Largo. As explicações são as mais variadas. Assim, já, circulam nomes/candidatos pelo município que podem receber uma fatia dos votos de campo-larguenses. Os campeões de votos de eleições passadas devem ser bem votados novamente. Com grande potencial aparece o deputado estadual, Alexandre Curi que deve agregar algumas dobradinhas ao seu nome.
Frase da semana:

“Fomos um dos municípios da Região Metropolitana que mais abriram vagas de emprego nos últimos meses. Esta nova linha de produção representa esse bom momento e faz com que as pessoas não precisem buscar trabalho em outras cidades”, destacou o prefeito Maurício Rivabem quando do anúncio de investimentos da Caterpillar, em Campo Largo.
Perguntas da semana:
01 –Pode um candidato de um partido receber apoio de outro partido, inclusive recursos legalmente? As dúvidas começam a aparecer.
02 – Quem poderá ser o candidato do MDB ao governo do Paraná, caso o partido tenha candidato a Presidente da República?
03 – Como fica o PSDB do Paraná com a desistência de João Dória, como candidato a presidente?
04 – Como fica o Podemos nas composições partidárias nacionais? E no Paraná?
05 –Qual é a força do União Brasil pelos estados com candidaturas a governador? Palanques para Luciano Bivar.
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