Vatapá 21 10 2022 Na Boca do Povo

Postado por admin 24/10/2022 0 Comentários Vatapá,

 

Cada município brasileiro precisa cumprir certas metas quanto aos resíduos sólidos. A legislação ambiental quanto à deposição final do lixo doméstico em aterros sanitários ou mesmo, em lixões, estará proibido em todas as localidades brasileiras. A sustentabilidade passa a ser a saída para uso, reuso e aproveitamento destes resíduos. Alguns segmentos, já, possuem políticas ambientais próprias, mas as cidades principalmente, precisam adotar mecanismos próprias para dar a um fim de todo lixo doméstico produzido. Uma parcela da população já pratica ou participa da coleta seletiva. Em Campo Largo, o poder público passa a incentivar a coleta seletiva, através de uma campanha de Educação Ambiental, com os personagens da Família Eco. Não se pode ignorar que os procedimentos são válidos, mas as metas para lixo zero passa pela conscientização das pessoas para separar o lixo produzido.  O cidadão precisa adotar algumas medidas no cotidiano do uso de materiais e produtos, onde cinco pontos são fundamentais, repensar, recusar, reduzir, reutilizar e reciclar. Os comentários sobre o assunto, passam por medidas complexas e muitas delas drásticas. Uma delas é o fim da coleta do lixo nas residências da forma é realizada atualmente. A outra é a Logística Reversa, onde as empresas são obrigadas a recolher todas as embalagens e descartes do consumidor. A política passa pelas ações da educação ambiental da Família Eco, em Campo Largo.   

 

Federação I

 

 

As eleições de 2022 terão uma forte influência nas eleições municipais de 2024. As atuais LIDERANÇAS PARTIDÁRIAS podem não garantir a força política nos municípios pela ingerência dos diretórios nacionais e as decisões, já, tomadas. A Federação PT/PCdoB/PV deverá permanecer na eleição de prefeito e de vereadores em todo o Brasil, na eleição de 2024. O processo de campanha será diferente. 

 

Federação II

 

 

 

 As FEDERAÇÕES PARTIDÁRIAS podem colocar lado a lado adversários nas eleições municipais de 2024. Um dos casos, surge como PSDB de Udo Schmidt Neto (PSDB) e o CIDADANIA de Maicon da Cancha, que estavam em lados opostos em 2020. Como ordens partidárias deverão ser acatadas, as acomodações devem ocorrer ao longo dos próximos meses.

 

Federação III

 

 

Numa outra linha de FEDERAÇÃO PARTIDÁRIA, em Campo Largo, podem adquirir força para sentar na mesa das decisões. É o caso do PSOL/REDE que no município tiveram resultados fracos em eleições passadas. Agora, no conjunto partidário outras lideranças municipais podem agregar força eleitoral. 

 

Fusão I

 

 

 

Ao contrário da FEDERAÇÃO PARTIDÁRIA que pode se dissolver depois de quatro anos, sem penalidades, as fusões formam um novo partido sem volta as origens. Este é o caso do União Brasil (DEM + PSL). Por outro lado, após o resultado das urnas de 2022, o União Brasil já estuda a possibilidade de fusão com o PP (progressistas), assim, UB + PP. A possível junção de partidos estará diminuindo a quantidade de partidos registrados no TSE e por cima, com menos partidos com cadeiras na Câmara dos Deputados. Até as eleições municipais, muitas novidades. As nuvens mudam de formato a cada instante.  

 

Fusão II

 

 

Com os resultados obtidos nas urnas em outubro de 2022, o PROS e o Solidariedade (SDD) entram nas preliminares para construírem a fusão entre as duas siglas, assim, PROS + SDD. As convergências visam as eleições municipais, além, dos direitos assegurados do Fundo Eleitoral e o Horário Gratuito de Rádio e Televisão. A cláusula de Barreira é uma pedra no caminho da maioria dos partidos, basta analisar o resultado das eleições e o partido de cada um dos eleitos.  O deputado federal, Luizão Goulart (SDD), mesmo, com mais de 96 000 votos, não se reelegeu.

 

Cláusula de Barreira

 

 

 

Antes das eleições de 2022, ou melhor, em fevereiro, antes da janela partidária, o Brasil possuía 32 (trinta e dois) partidos políticos. Após, as eleições de outubro, a composição passou a ser de 25 (vinte e cinco) partidos e 3 (três) federações. Com a nova formação na Câmara dos Deputados, em 2023, com a eleição dos deputados federais, em 2022, a CLÁUSULA DE BARREIRA determina que só  9 (nove) partidos e as 3 (três) federações podem receber recursos do Fundo Eleitoral e as outras 16 (dezesseis) siglas deixarão de receber a verba pública para se manterem. A sobrevivência partidária precisará achar outras fontes ou a extinção se aproxima. 

 

Recurso I

 

 

 

A definição sobre quem assumirá a cadeira de deputado federal, se é Beto Richa ou Jocelito Canto, em 1º de fevereiro de 2023. É que o candidato mais votado em Ponta Grossa teve sua candidatura indeferida pelo TREPR. O advogado Dr. Guilherme Gonçalves, que atua na defesa de Jocelito Canto (PSDB), sustenta a elegibilidade do candidato e garante que Jocelito deve assumir a cadeira conquistada nestas eleições. Canto obteve 74.348 votos para deputado federal do Paraná. Muita água para rolar debaixo da ponte.

 

Recurso II

 

 

 

Outro recurso que subiu para o TSE foi o do candidato a deputado estadual Moacyr Fadel que recebeu 41,5 mil votos. A votação poderia garantir o direito a uma das 15 cadeiras conquistadas pelo PSD na Assembleia Legislativa do Paraná. O ex-prefeito de Castro possui uma condenação na Justiça, por crime contra a administração pública, por conceder aumento de servidores nos seis últimos meses de sua gestão de prefeito, em 2012. O registro da candidatura foi indeferido e os votos anulados. Até o julgamento final, no TSE, a vaga está considerada a candidata Cloara Pinheiro (PSD). Cada questão uma sentença.

 

Perguntas da Semana

 

I – Como será que fica a existência dos partidos a nível municipal? Quem será que terá o comando de cada sigla?

II – Como ficam as dúvidas sobre a lisura do voto pelas urnas eletrônicas? Onde será que pode existir manipulação?

III – O cidadão campo-larguense, nas últimas três eleições para deputado estadual, pode observar a possibilidade de sucesso a cada eleição. O que será que falta para isto acontecer?

IV – Quem pode sair vitorioso na eleição para presidente da Câmara de Campo Largo? Fora Pedrinho Barausse, atual presidente, todos os outros dez são candidatos em potencial.

V – Os analistas eleitorais apontam que existe um equilíbrio na disputa presidencial, no segundo turno. Se voto em voto pelo país, quem será que está na frente, mesmo? Pesquisa daqui, pesquisa de lá, mas a verdadeira, só no dia 30 de outubro.

 

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