

Um dos assuntos que mais está sendo ventilado nos meios políticos de Campo Largo é a possibilidade de algum dos atuais vereadores a concorrer ao cargo de vice-prefeito na eleição de outubro. Não é de hoje que os nomes dos vereadores, Pedro Barausse (UB), Cléa Oliveira (PSB) e Genésio da Vital (MDB) fazem parte dos debates sobre a sucessão municipal. A tendência emanada das conversas aponta que o vereador Pedro Barausse (UB) poderia ser vice na chapa de Christiano Puppi (PP), a vereadora Cléa Oliveira (PSB) teria a possibilidade de surgir como vice de algum candidato da denominada Frente Ampla e Genésio da Vital (agora no MDB) pela sua boa proximidade com o prefeito Maurício Rivabem (PSD) seria indicado vice pelo grupo da situação que trabalha pela reeleição. As pessoas não esquecem alguns episódios desta escolha no último momento, nas convenções partidárias, em 2012, o Béthio, Flávio Humberto Borges Cordeiro, saiu vice de Affonso Guimarães no PT, sendo chapa pura, quando Emidio Pianaro Junior, no PSDC, foi impedido de coligar. Na eleição pela reeleição do prefeito Edson Basso, em 2008, o PSB indicou Dante Vanin depois deste já ter indicado a sua vontade de concorrer a vereador e inclusive com escolha de um número. Os dirigentes partidários da base de apoio escolheram o nome depois de muita discussão sobre a melhor pessoa para a disputa.
Costura

Os partidos da Federação PT/PV/PCdoB, em Campo Largo estão com grande dificuldade de costurar uma candidatura para prefeito de consenso. Os três partidos possuem divergências internas para adotar um mesmo discurso e se não fosse só isto, o PT de Campo Largo tem algumas rupturas. Os dias passam e a decisão pode vir de cima. Curitiba ou Brasília.
Cenário I

As conversas nos bastidores políticos estaduais anunciam que o PSD do governador Ratinho Jr. e o PL do ex-presidente Jair Bolsonaro estão conversando sobre a sucessão de prefeito em Curitiba. O vice prefeito Eduardo Pimentel (PSD), pré-candidato articula o apoio do PL na capital. Este assunto gera um efeito dominó nos demais municípios do estado, um partido apoiando o outro e vice versa.
Cenário II

A posição do União Brasil (UB) pode ser revista em vários municípios do Paraná. O presidente deputado federal Felipe Francischini está revendo o quadro de pré-campanha e alguns casos o rumo de decisões não agrada. Em Campo Largo, o UB do vereador Pedro Barausse pode retornar ao rumo antigo. Precisa de chapa forte e sem dúvida.
Cenário III

A eleição de 2020 para prefeito em Campo Largo apontou dois candidatos com bom resultado eleitoral. Agora em 2024, a aliança entre Jean Naiser (PMB) e Capitão Alves (AGIR) pode formar uma dobradinha de prefeito e vice. A pré-campanha está em andamento, a certeza acontece nas convenções partidárias.
Cenário IV

A formação de coligações para a eleição majoritária de prefeito de Campo Largo pode reunir os ex-prefeitos Affonso Guimarães (PSDB/CIDADANIA) e Edson Basso (PSB). Neste quadro as conversas giram em torno dos nomes do vereador Alexandre Guimarães (PDT) e do empresário Carlos Andrade (PSB) como pré-candidatos. Não se descarta os ex-prefeitos.
Elogios

No meio das tribulações na Câmara Municipal de Campo Largo, um ponto comum surgir nos discursos e posicionamentos dos vereadores. A Operação Concentrada no interior do município realizada pela Secretaria de Obras foi elogiada por vereadores da situação e da oposição. Na unanimidade foi citado o trabalho executado pelo secretário Flávio Barcscz. A conclusão de obras atinge várias localidades.
Perguntas da Semana:
I) Como fica a composição da Frente Ampla de Lula pelo Brasil na eleição para prefeito?
II) Como fica o PP do Paraná caso o deputado federal Ricardo Barros integre o governo federal como líder da Câmara Federal ou como Ministro de Governo?
III) Quantos candidatos a prefeito concorrem à prefeitura de Curitiba, em 2024? Não dá para esquecer que o 2º turno pode acontecer.
IV) Quem comanda a federação PT/PV/PCdoB na eleição de 2024?
V) Quais são as outras federações que podem indicar prefeitos na eleição de 2024?

.jpeg)
Leave a Comment