

Os políticos e os partidos entram na última semana de filiações de candidatos para a eleição de outubro de 2022. Cada candidato deve estar filiado a uma sigla seis meses antes da eleição para obterem o devido registro da candidatura, em agosto, após as convenções partidárias. As principais manifestações de filiação partidária ocorreram com os deputados com mandato, dentro da já famosa “Janela Partidária”. São trinta dias antes do prazo de seis meses, onde podem trocar de legenda sem perder o mandato. Assim, algumas siglas se fortaleceram com adesão de muitos parlamentares. No Paraná, o PSD do governador Ratinho Jr, foi o porto seguro de muitos deputados devido a alterações no comando e de diretrizes para a próxima eleição. Outro partido que recebeu parlamentares foi o PP da ex-governadora Cida Borguetti e do deputado Ricardo Barros. Os dois partidos, PSD e PP, pelos sinais já apresentados devem caminhar juntos no Paraná. A coligação pela reeleição de Ratinho Jr. deve agregar outras siglas, na coligação ou em aliança. Em oposição à coligação PSD/PP, aparece com mais força eleitoral o PT que filiou o ex-governador Roberto Requião na sexta feira, 18/03, em evento com a presença do ex-presidente Lula. Não se pode deixar fora deste cenário o PSDB, com a presença do ex-governador Beto Richa articulando a candidatura ao governo do estado, do ex-prefeito de Guarapuava, César Silvestri Filho. Após o fechamento do período de filiações de candidatos aos partidos para poderem concorrer na eleição deste ano, as atenções estarão voltadas para um novo instrumento político partidário que se chama Federação de Partidos, cujo prazo está definido pela lei eleitoral para maio. Isto é assunto para os partidos decidirem, pois muda a vida interna de cada partido integrante por quatro anos. Isto é outro assunto para ser debatido em momento oportuno.
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