Nos Bastidores da Política 06 05 2022 Haroldo Wöhl

Postado por admin 07/05/2022 0 Comentários Nos Bastidores da Política,

 

 

Em recente reunião do ex-prefeito Affonso Guimarães (Beco) com três dos atuais vereadores de Campo Largo, um novo patamar político pode ser observado. Mesmo eles sendo de partidos diferentes, a visão municipalista para a próxima eleição de deputados está no centro das propostas eleitorais. O vereador Alexandre (PSD), na Tribuna da Câmara, deixou claro que trabalhará para o seu partido na eleição de 2022, mas não pode deixar de alavancar candidatos locais para deputado federal e para deputado estadual. Neste sentido, salientou as pretensões dos colegas vereadores André Gabardo (Podemos) para Deputado Federal e Sargento Leandro Chrestani (Solidariedade) para Deputado Estadual. Assim, os dois pré-candidatos aceitaram conversar com o maior líder político vivo de Campo Largo, três vezes prefeito e um mandato de vice prefeito por seis anos, além de eleger o seu sucessor, Emidio Pianaro Jr. quando não existia reeleição, sobre as propostas de campanha com discurso em prol de Campo Largo. Não se pode ignorar que um munícipio só é forte quando possui representação parlamentar forte para buscar recursos, projetos e investimentos necessários para o desenvolvimento da comunidade que representa. O debate político de ideias está aberto e o convencimento das pessoas acontece com a análise das questões que beneficiem a população de modo geral, garantindo sustento e qualidade de vida às famílias. Os aliados e os adversários estarão colocando as propostas nas ruas, nos bairros e no interior, na campanha eleitoral que se aproxima. Então, nada mais natural que conversas reais e concretas ocorram entre líderes e lideranças, nas três esferas políticas, federal, estadual e municipal, para estimular o trabalho político eleitoral. Como as nuvens mudam de formato a cada instante, os pré-candidatos devem avaliar a nova legislação eleitoral que pela primeira vez, será utilizada para a eleição de deputados, em 2022. Além da não existência de coligações, a cláusula de barreira e o cálculo da proporcionalidade com uma linha de corte, deve tirar dos parlamentos vários partidos que elegiam parlamentares a reboque de outros. Depois de outubro de 2022 um novo quadro partidário deve se instalar nos municípios para a eleição de 2024.

   

 

 

 

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