

A convergência política partidária, no Brasil, se faz dentro dos partidos, de acordo, com as regras da legislação eleitoral vigente no país. A cada dois anos, acontecem eleições para renovação dos quadros de governantes e de parlamentares. Assim, em 2024, acontecem as eleições municipais, com regras para a escolha de vereadores bem diferentes das de 2020. Os cálculos para o quociente eleitoral dependem do número de votos válidos e das vagas em disputa. Quanto menor o número de vagas, maior será a quantidade de votos válidos para eleger um vereador por determinado partido. Para a Câmara dos Deputados e para as Assembleias Legislativas, em 2022, a regra foi aplicada. Os partidos que sofreram um corte com a clausula de barreira, estão buscando se unir, através das fusões, permitidas pela legislação eleitoral. Assim, nos municípios, as lideranças que já passaram pelo crivo das urnas e obtiveram bom número de votos, estão recebendo convites para entrar neste ou naquele partido desde já. O ano de 2023 é o ano da reorganização partidária e as siglas que possuírem o maior cacife político eleitoral serão escolhidos para montar suas chapas proporcionais e ocupar as cadeiras das câmaras municipais. Toda e qualquer reorganização partidária passa pelo apoio dos partidos nas esferas superiores e está centrada na escolha de candidatos para a disputa majoritária de prefeito. Os partidos menores, já, estão se aglutinando em federações para poder sobreviver nas campanhas eleitorais futuras. Como exemplo, algumas siglas já deixaram de existir em 2022. Muito trabalho pela frente e o processo eleitoral de campanha política municipal já está em andamento.
Leave a Comment