

Um dos assuntos que toma conta dos meios políticos de Campo Largo é a volta das sessões ordinárias da Câmara Municipal. O trabalho parlamentar já tem data marcada para ter início, é o dia 06 de fevereiro, uma segunda feira, às 15 horas. As atenções políticas estão voltadas ao comportamento dos vereadores, devido a composição de dois grupos divergentes que saíram da eleição para a Mesa Executiva da Casa de Leis, com uma disputa direta pela presidência. Um grupo formado por cinco vereadores, hoje, intitulado aliados do prefeito Maurício Rivabem (UB) e outro de seis vereadores que comandam a Câmara de Vereadores do município, tendo na presidência o vereador João D’Água (UB). Os dois gestores, sendo do mesmo partido político, divergiram na composição da chapa para comandar o Legislativo, no final de 2022. Agora, no reinício, das atividades legislativas, antes de qualquer votação de projeto, serão eleitas as Comissões Permanentes, cuja composição que por inércia deve ter predominância do grupo vencedor. Cada uma das seis comissões tem três integrantes, presidente, relator e membro e todos os partidos, com assento na câmara, devem estar representados no conjunto. A escolha será por votação para a Comissão de Justiça e Redação, para a Comissão de Finanças e Orçamento; para a Comissão de Educação, Saúde e Assistência Social; para a Comissão de Obras e Serviços Públicos; para a Comissão de Ética e Assuntos Especiais e para a Comissão de Meio Ambiente. Assim, as escolhas ou indicações de cada grupo podem resultar em novo jogo de forças políticas, principalmente, nas comissões mais importantes, caso da Comissão de Justiça e Redação, da Comissão de Finanças e Orçamento e da Comissão de Ética e Assuntos Especiais. Toda e qualquer proposição do prefeito ou dos vereadores precisa passar pelas comissões competentes que emitem o devido parecer favorável ou não, para daí ser votado em plenário. A sessão inicial de 2023 deve ser bem concorrida.
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