

Na última sessão da Câmara de Vereadores de Campo Largo ficou bem clara a posição política partidária dos parlamentares, na base do prefeito Maurício Rivabem (PSD), após as novas filiações na “Janela Partidária”. O novo cenário foi exposto na votação de um Veto do Prefeito a um projeto legislativo de autoria do vereador André Gabardo (Novo), anteriormente, aprovado em plenário. Assim, a condução dos futuros trabalhos legislativos em período de campanha eleitoral, desde já, com a pré-campanha autorizada, as decisões passam a apresentar um roteiro difuso em relação as correntes partidárias divergentes na disputa eleitoral que se aproxima. Ficou clara a posição do vereador presidente João D’Água que ao se filiar ao MDB deixando o UB – União Brasil, partido este que não mais faz parte da base política do prefeito. O Voto de Minerva será o marco decisivo nas futuras votações polêmicas. Na Câmara de Vereadores de Campo Largo, após as mudanças de partidos, ficou bem clara a situação de quatro correntes para a sucessão municipal. Uma da base do prefeito para a reeleição, com os vereadores, João D’Água (MDB), Genésio da Vital (MDB), Luís Scervenski (MDB), Dr. João Freita (AVANTE) e Sargento Leandro (SDD), os demais vereadores estão distribuídos, bloco 01, Alexandre Guimarães (PDT) e Germaninho (PSDB); bloco 02, Marcio Beraldo (PSB) e Cléa Oliveira (PSB); bloco 03, Pedrinho Barausse (UB) e André Gabardo (Novo). A balança política pode pender conforme os pesos eleitorais são colocados nos pratos. Até o dia 25 de julho quando começam as convenções, na pré-campanha as forças políticas podem se aglutinar ou se separar dependendo das interferências municipais, estaduais ou até federais. A futura coligação possível do PSD com o MDB dá os sinais da melhor projeção no momento, mas as nuvens mudam de formato a cada instante.

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