

O cidadão brasileiro, em dois meses, sofrerá o impacto da decisão das candidaturas a prefeito nos municípios. A partir do dia 20 de julho até o dia 05 de agosto, os partidos devem realizar as suas convenções municipais para definir as chapas majoritárias e coligações e cada um deles, formar a sua chapa proporcional. Em Campo Largo, o processo de pré-campanha aponta pelo menos oito pré-candidatos a prefeito, que durante o período de convenções pode sofrer uma redução, com as coligações ou com a indicação do vice prefeito na chapa. O rol de nomes começa com o atual prefeito Maurício Rivabem (PSD) e dentro da composição de 2020, aparece concorrendo, o ex-secretário municipal, Christiano Puppi (PP). Dos nomes da eleição de 2020 só um dos candidatos a prefeito espera disputar o cargo, em 2024, Jean Naiser (PMB) e para atingir esta meta recebe o apoio do Capitão Alves (AGIR) que também, em 2020, foi candidato a prefeito pelo extinto PROS e que agora pode aparecer nas convenções com a indicação de vice prefeito. Até as datas de convenções, as nuvens podem mudar de formato a cada instante e assim, os partidos divergentes pode s e aglutinar com certas revoadas por Brasília. Ampliando o leque temos, Alexandre Guimarães (PDT), Carlos Andrade (PSB), João Marcos Cubas (PL), Nelsão da Força (PT) e Lino Petry (PV). Não se pode descartar outras possibilidades, uma delas pode surgir da composição do UB – União Brasil com o PRD que tem origem no PTB. Por sinal, o UB/PRD, em Campo Largo, possui uma liderança política forte, concentrada no vereador Pedrinho Barausse. O prefeito Maurício Rivabem na sua base tem o MDB, o AVANTE e o SOLIDARIEDADE. Já, Christiano Puppi tem como aliados já anunciados, o PODEMOS e o NOVO. A convergência e a divergência são fatores decisivos no momento de optar por este ou aquele candidato nas convenções municipais.

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