
Nos Bastidores da Política 19 06 2026

O processo eleitoral de 2026 está em andamento e está na fase de pré-campanhas eleitorias. Uma etapa partidária já foi definida, com as filiações dos pré-candidatos e neste movimento as migrações de postulantes aconteceram buscando a melhor opção para ter sucesso na obtenção de uma vaga de cargo eletivo em disputa. Cada partido organiza as suas chapas majoritárias, presidente, governador, com um por estado e senador, com dois por estado, em 2026 e proporcianiais, deputsdo federal e deputado estadual. Na eleição majoritária, o candidato que fizer mais votos se elege, mas a parte complexa fica para a eleição proporcional, onde entram dois quocientes, o eleitoral e o partidário. Os deputados serão eleitos pelos votos que cada partido obtiver nas urnas, nominais somados com os de legenda, devendo atingir um mínimo determinado pelo quociente eleitoral. No Paraná, por exemplo, estimando uma votação de 7 020 000 votos válidos (brancos, nulos e abstenções não contam) que divididos por 54 que é o número de cadeiras na Assembleia Legislativa fica definido o quociente eleitoral de 130 000 votos, quantidade esta que é o divisor dos eleitos e não eleitos, numa primeira etapa tudo apurtado pela justiça eleitoal. Montada a chapa proporcional para deputdo estadual e escolhida em convenção partidária que vai de 25 de julho a 05 de agosto, com no máximo de 55 (cinquenta e cinco) escolhidos dentre os filiados registrados, devendo atendet as normas de gênero. No exemplo cidato, 130 000 é o número mágico iniciasl para que um parrido eleja um dpetuado estadual, sendo o mais votado o eleito e pelo quociente partidário a cada 130 000, o partido elege mais um depetuado estadual. Para deputdo federal, os procediemtnos são os mesmos, só que o Paraná dispõe para esta eleição de 30 cadeiras a serem preenchidas, o que aponta que o quociente eleitoal é bem maior. No caso de Campo Largo, até o prewente momento se apreentam três pré-candidatos a deputado estatual, o vereasdor e ex-deputdo estadual Alexandre Guimarães (PDT) e os dois ex-candidatos a prefeito, Chrisitano Puppi (PL) e Jean Naiser (Podemos) que mudaram de partido dentro do prazo de filiações para a eleição de 2026. Um dos pontos que precisa ser observado é que não existe mais coligação partidária para escolha de deputados, assim, a força política eleitoral fica por conta de cada sigla, cujo número deve ser observado. Esta força política eleitoral apontará os eleitos e o número de votos destes passa a ser diferente. As projeções indicam que Alexandre Guimartães pode ser eleito com 25 mil votos, já para Chrisitano, com nomes fortes no PL, passa ao patamar de 50 mil votos r Jean Naiser precisa obter votos suficientes paa chegar em primeiro na chapa, onde a meta é bater a Clausula de Barreira, num primeiro momento. Nesta análise, para os pré-candidatos de Campo Largo entra a figuta das dobradinhas, federal com estadual, na campanha própriamente dita, que podem ser oficiais ou populares. Um assunto que toma conta dos bastidores para correr o Paraná em busca de votos.
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