

O combate ao COVID 19 assume proporções alarmantes. Se numa guerra, nos moldes tradicionais, as equipes médicas se deparam com milhares de feridos, agora, a luta é contra um inimigo invisível que causa muitas mortes por todo país. Numa guerra tradicional, as pessoas atingidas e afetadas são de, apenas, uma região do planeta, grande ou pequena. A COVID 19, causada pelo coronavírus (SARS-CoV-2) está afetando todo o planeta e não apenas um país. O cenário é de uma invasão alienígena, onde o isolamento social e as medidas de higiene merecem a maior atenção das pessoas.
Os hospitais estão cheios e o tratamento é demorado, onde muitas pessoas não resistem. As vacinas surgiram mundo afora. A arma de combate efetivo está chegando aos poucos aos brasileiros. O planejamento das autoridades federais não possibilitou ações mais concretas na aquisição das vacinas. A disputa política interna pela aquisição e distribuição das mesmas foi parar na justiça. Muitos processos estão tramitando para ver quem é o dono delas. Os estados e muitos municípios, já, se prontificaram a resolver a questão. No cenário político existem muitas controvérsias, até no Ministério da Saúde existem conflitos ou impasses.
O presidente Jair Bolsonaro está no seu quarto ministro da saúde e a coisa não anda como ele gostaria. Existem polos divergentes, o da ciência e o político. A cada dia que passa, fica evidente que as ações políticas entram no quadro de dor das famílias. As eleições de 2022 parecem que estão longe, mas se a COVID 19 continuar, outro ano será gasto nesta guerra sanitária para salvar vidas e isto passará a ser tema de discurso em palanque eleitoral.
O cidadão não precisa ir longe, os argumentos estão bem próximos, basta analisar as opiniões divergentes sobre as medidas de combate a doença. O isolamento social e o fechamento do comércio provocam duros ataques de vários setores, principalmente, de pessoas em cargos políticos.
1 Comentários
A notícia, tem que ser relata como é, não ser formada por opiniões, sendo assim não é notícia. Não estou defendendo ninguém detesto política até que provém ao contrário, que não existe interesse próprio e que não são corruptos. Porque o mais sério se torna conivente com os corruptos não tem autonomia para nada porque se tornam a minoria. Mas no início da pademia o nosso supremo tirou o domínio da união e deu soberania aos Estados. Daí o governo distribui dinheiro para os nossos governadores e hoje está no que deu, sem um projeto do que seria o futuro, gastaram em hospitais de campanha não utilizaram, desmancharam e agora estão aí sem justificar o absurdo que fizeram. Daí é fácil culpar a união e seus comandados. Nem um governador ou prefeito respondeu dentro do prado parava procuradoria da união onde colocaram a graba.
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