Vatapá 03 07 2020 Na Boca do Povo – hawo

Postado por admin 04/07/2020 0 Comentários Vatapá,

 

 

O Recesso Parlamentar é uma regra aprovada pela Constituição Federal para o Poder Legislativo. Isto quer dizer que deputados e vereadores possuem um período em que não há votações em plenário, na Câmara dos Deputados, nas Assembleias Legislativas e nas Câmaras Municipais. Por outro lado, existe um mínimo de sessões ordinárias a serem cumpridas e também, o Poder Executivo pode solicitar tantas quantas sessões extraordinárias forem necessárias sem pagamento por isto. O atual prefeito Marcelo Puppi, quando presidente da Câmara, em mandato passado pagou por sessões extraordinárias e até hoje responde processo por este ato e junto com os demais vereadores, da época, devem ressarcir os cofres públicos o valor recebido com as devidas correções. O assunto virou debate nas redes sociais de Campo Largo no momento em que os atuais vereadores ampliaram o período de Recesso Parlamentar neste ano, de quinze para trinta dias. A população, por outro lado, observa o trabalho dos vereadores no dia a dia, mas que ultrapassa os limites do plenário da Câmara Municipal. As regras restritivas no enfrentamento à pandemia do Corona-Vírus impedem  várias ações e o isolamento social precisa ser observado. Voltando a questão do aumento de trinta dias de recesso, as conversas nos meios políticos deturpam alguns procedimentos, pois novamente o processo eleitoral esquenta o clima, onde as cadeiras de vereadores estão em jogo. Numa análise bem mais simples, o Recesso Parlamentar não é Férias na Câmara Municipal, todas as demais atividades da Casa de Leis continuam funcionando, inclusive os gabinetes dos vereadores. Todos os servidores, concursados ou comissionados, devem exercer as suas funções. O vereador João D’Água (DEM) está indignado com as acusações levianas de certas pessoas que procuram denegrir a imagem do Legislativo e dos vereadores, em particular. 

   

Mato Grosso

A obra da revitalização da Estrada Mato Grosso, no distrito da Ferraria, é reconhecidamente necessária e de interesse das comunidades da região. Nas idas e vindas da burocracia e da liberação de verbas, os anos foram passando. Agora, o caos tomou conta da importante via pública de Campo Largo. O vereador João d’Água (DEM) está indignado com a atuação da empreiteira que ganhou a licitação. Moradores e usuários reclamam da falta de sinalização. Não é só colocar algumas manilhas e tudo está bom. Não é à toa de um carro foi parar dentro de uma das valas abertas pela empreiteira, destaca o vereador.

 

Afastada

 

 

Nas sessões extraordinárias da Câmara de Campo Largo, dos dias 25 e 29 de junho, foi sentida a ausência da vereadora Bete Damaceno (PSD). O presidente Marcio Beraldo informou que a vereadora está passando um tratamento e não poderia se fazer presente nos dias das sessões extra. É uma pena que a vereadora não pode se fazer presente e acompanhar as votações.

 

Boca Aberta

Tem gente que não sabe o que fala. Os vereadores estão aqui, no dia a dia, acompanhando todas as coisas de interesse da população. O vereador João D’Água (DEM), sem citar nome, cobrou mais honestidade e bom senso quando fazem críticas  aos vereadores. Falar ao vento sem provar que é verdade, isto é pura demagogia, declara o vereador. 

 

Comércio

 

 

Mais respeito com o comércio de Campo Largo cobra o vereador Giovani Marcon. Os decretos do prefeito e do governador não dão o direito de pessoas despreparadas ameaçarem os comerciantes. Em relato aos colegas vereadores, Giovani expos os abusos nas ações de fiscalização da equipe montada pela administração municipal ocorridas no sábado dia 27 de junho. O comércio é o que paga os nossos salários, dos comissionados e dos estatutários, também, frisou Giovani Marcon, em ppenário.

 

Coligação

O assunto principal nos meios políticos é a coligação majoritária de prefeito e vice. A coligação para eleição de vereador acabou, assim, as chapas proporcionais devem ser montadas pelos filiados de cada partido. O “X” da questão é a formação da dobradinha para ver quem administra o município nos próximos quatro anos.  Como as nuvens mudam de formato a cada instante, o tempo para a decisão final aumentou com o adiamento da data das eleições.

 

Prazos

As lideranças políticas que pretendem concorrer a cargos eletivos na eleição de 2020 devem se afastar dos cargos públicos que ocupam, noventa dias antes da eleição. Com o adiamento das eleições para novembro, cada um deles pode permanecer um pouco mais na atual função. Algumas decisões possuem cunho particular diante da campanha eleitoral. Alguns já se programaram para se afastarem até o dia 04 de julho. Muita cautela nesta hora, para não correr risco algum. 

 

O tempo passa

Existem rumores de racha entre os atuais, prefeito e vice-prefeito de Campo Largo.  Os partidos do Manifesto da Esperança estão numa Torre de Babel, não se entendem e  alguns aliados já foram embora. Faltam 181 (cento e oitenta e um) dias para o fim do mandato da dupla MM. A gestão “Nova Campo Largo” entrou nos seis meses finais de mandato. As nuvens mudam de formato a cada instante.  O vice pode ser aliado de outro grupo e virar adversário.

 

Troca Troca

O prefeito Marcelo Puppi lidera a “Nova L’armata Brancaleone”, em final de mandato. Dos catorze partidos aliados de 2016, a redução é dada como certa nos meios políticos e poucos estarão juntos na eleição de 2020. Os líderes Democratas com o provável adiamento das eleições municipais terão mais dias para convencer prováveis aliados políticos. Uma sobrevida de 42 dias foi anunciada. 

 

Pergunta da semana: Quem será o vice na chapa do prefeito Marcelo Puppi (DEM) na reeleição?

 

Pergunta da semana II: Quais serão os vereadores que concorrem a mais um mandato? Apostas estão sendo feitas.

 

Pergunta da semana III: Quais os vereadores cotados para ocuparem a vice em alguma chapa de prefeito, numa possível coligação?

 

Pergunta da semana IV: Na comparação de prefeitos, quem foi melhor prefeito? Affonso Guimarães, considerando só último mandato ou o prefeito Marcelo Puppi, com mandato terminado em dezembro. O povo está comentando.

 

Pergunta da semana V: Como será distribuído o Fundo Eleitoral para os vereadores? Será que nos municípios menores e partidos sem candidatos a prefeito, receberão? 

 

Frase da semana:

É interessante à pressão de prefeitos por recursos porque a pandemia atinge os municípios com alto número de infectados, a economia caindo e ao mesmo tempo, uma pressão pelo não adiamento. Se não precisa adiar a eleição, é porque não tem mais crise nos municípios”. Do presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ) sobre a posição dos prefeitos de pressão pelo não adiamento das eleições antes da votação pelos deputados.

 

 

 

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