

Cada partido político está se organiza nos municípios, estabelecendo preparativos para a eleição de 2022. Na prática partidária, passada uma eleição no Brasil, já, começa outra. De dois em dois anos, o eleitor brasileiro é convocado às urnas. As correntes políticas partidárias da eleição municipal de 2022 estão sendo chamadas a se manifestar para cerrar fileiras em apoio a este ou aquele pré-candidato a deputado, principalmente. Na visão das lideranças partidárias estaduais, o que importa na avaliação do colégio eleitoral e as respectivas bases, são os resultados obtidos nas urnas, para somar votos na futura eleição, no caso a mais próxima, ou seja, de 2022. Em Campo Largo, os candidatos a prefeito, em 2020, são os principais assediados neste ponto de apoio ou até mesmo coma possibilidade de uma candidatura para somar mais votos a uma legenda, pois a figura da coligação proporcional deixou de existir, a partir da eleição de vereador, de 2020. Assim, o eleitor campo-larguense, já, recebe as primeiras informações sobre possíveis candidaturas. Todos os seis candidatos a prefeito, de 2020, estariam numa disputa preliminar para ampliar a base eleitoral. O processo eleitoral, em Campo Largo, foi alterado com a morte prematura do prefeito Marcelo Puppi, no início do seu segundo mandato que teria amplas chances no seu partido o DEM, como candidato a deputado federal. Os dirigentes do DEM preparam a indicação do seu filho Christino Puppi, hoje, Secretário Municipal de Desenvolvimento Econômico. Os outros concorrentes de 2020, também, estão sendo impulsionados pelos seus respectivos partidos. No PSDB, o engenheiro Udo Schimidt Neto; no Solidariedade, o advogado Luiz Adão Marques; no PROS, o Capitão Alves; no PSC, o administrador Jean Naiser e no PDT, a ex-vereadora Fernanda do Nelsão. Numa outra via, existem vários outros pretendentes, onde algumas mulheres podem ser convidadas, devido a necessidade legal. Nomes não faltam em Campo Largo.
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