

As atenções dos partidos políticos e dos pré-candidatos a deputado, federal e estadual, estão voltadas para as votações do Senado Federal, nestas duas últimas semanas de setembro. Conforme a decisão dos senadores, a eleição de 2022 para escolha dos cargos proporcionais e a composição das chapas de deputados pode ser alterada. A legislação aprovada e que entrou em vigor na eleição de vereadores, em 2020, já passou pela Câmara dos Deputados, em duas votações. O ponto principal é a volta das coligações de partidos na formação das chapas para os cargos legislativos. O debate sobre o assunto divide os senadores e está a cargo da senadora Simone Tebet (MDB-MS), emitir, como relatora, o parecer na comissão de Constituição de Justiça do Senado Federal. O presidente da CCJ é o senador Davi Alcolumbre (DEM-AP). Na reunião da CCJ, no dia 15 de setembro, a matéria poderia ter andamento, mas o senador Jorginho Mello (PP-SC) pediu vista à Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da reforma eleitoral (PEC nº 28/2021). Com este procedimento, as votações foram adiadas e só na próxima semana que poderemos ter um desfecho do assunto na CCJ do Senado Federal. A relatora retirou alguns pontos do texto aprovado pelos deputados federais, em agosto. A volta das coligações foi barrada no texto apresentado e que deve ser votado pelos membros da comissão. Outros pontos podem ser aprovados, mas item por item deve ser votado em plenário, após a aprovação do relatório sobre a Reforma Eleitoral. A questão das coligações é o que mais preocupa a maioria dos partidos e os pré-candidatos que estão filiados nos partidos com menor expressão política. Para voltar, as coligações precisam estar aprovadas até o dia 02 de outubro.
Fonte: Agência Senado.
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