

Tanto em Campo Largo como em Balsa Nova, além de outros municípios da RMC, as conversas giram em torno de investimentos de vulto em alguns setores econômicos e de infraestrutura na região. Em Balsa Nova, dois dos novos ramais da FERROESTE devem concentrar obras de melhorias no transporte ferroviário. O ponto de partida indica que os trechos Guarapuava- Balsa Nova e Balsa Nova- Paranaguá devem alavancar a economia na região, nos próximos anos, com início das obras. Já, em Campo Largo, a notícia da implantação de mais uma unidade do MAX ATACADISTA, em área central da cidade deve alavancar outros negócios na região. As informações obtidas indicam que o atacarejo do MAX ATACADISTA deve ser construído no imóvel vago ao lado da Rotatória do Anastácio. Um dos gargalos no fluxo de veículos, a Rua Ema Taner de Andrade na confluência com o trecho da BR 277, em frente do Restaurante Laçador deve ser resolvido. Os projetos indicam a construção de um grande binário, envolvendo a mudança de sentido das Ruas Des. Clotário Portugal e Engenheiro Tourinho, com alterações profundas nas vias do Conjunto São Francisco de Assis, principalmente. em frente do Hiper Condor, trecho da rotatória da Caterpillar até o Posto Quinta-BR277. Com os novos investimentos em várias frentes, a geração de novos empregos é um dos fatores que anima outros segmentos empresariais dos municípios atingidos direta e indiretamente. As pessoas fazem comentários otimistas após um período de dificuldades, causado pela pandemia.
Nova linha

Para os moradores do distrito do Bugre, em Balsa Nova, o ano novo começou com uma alteração no Transporte Coletivo. A COMEC implantou uma nova linha saindo da sede do município, passando pela região e chegando no Terminal Urbano de Campo Largo. A administração municipal preenche uma lacuna e que facilita a vida dos usuários com a linha implantada pelo Governo do Paraná.
Votos suficientes

Dizem que muita coisa se inicia no Brasil depois do Carnaval. Com a pandemia, a história se mostrou bem diferente, em 2021 e agora, em 2022, se observa que os assuntos começaram a ser tratados na virada de ano. Pelo menos, em termos eleitorais, os políticos estão ajustando as conversas. Assim, os partidos buscam votos suficientes para eleger os seus deputados federais, atingindo o quociente eleitoral. Poucos são os que fazem votos suficientes para se eleger. Em 2018, pelo PSD, o Sargento Fahur, 314 963 votos, superando a marca do quociente sozinho. Na eleição passada, cada partido precisou obter 191 064 votos para eleger um deputado federal.
Votos suficientes II

Na mesma linha de raciocínio e no embalo da campanha presidencial de Jair Bolsonaro, Felipe Francischini, no PSL, também, consolidou a sua vaga de deputado federal com 241 537 votos. O PSL com uma nova orientação está em processo de fusão como o DEM, formando o partido “União Brasil”. Em Campo Largo, o processo passa pelo prefeito Maurício Rivabem (PSL) e por Christiano Puppi, secretário municipal de Desenvolvimento Econômico. Uma candidatura campo-larguense pode surgir pelo novo partido, com a indicação de Christiano Puppi. para estadual ou federal.
Votos suficientes III

Na linha de oposição ao presidente Jair Bolsonaro está a candidatura possível de Lula, pelo PT. Em 2018, Gleisi Hoffmann concorreu ao cargo de deputada federal e obteve 212 513 votos e assim, chegou sozinha a Câmara dos Deputados. Ela, na oportunidade, usou na sua propaganda “Gleisi Lula”. Pelas atuais pesquisas, tudo aponta para uma inversão de papéis. O que valia para o PSL, em 2018, poderá valer para o PT, novamente, em 2022. Isto quer dizer, o PT pode eleger muitos deputados federais. Já, Jair Bolsonaro deixou o PSL e concorrerá pelo PL, numa nova plataforma.
Votos suficientes IV

Numa comparação de votações e com o lema “Eu Voto Campo Largo”, muitas variáveis precisam ser analisadas. Uma eleição de deputado não depende apenas do candidato em si. A base eleitoral é importante, sim. Porém, a eleição depende do partido em está filiado no momento do registro da candidatura e também, do puxador de votos, caso este, em 2018, do Delegado Francischini. Basta verificar que com a sua cassação e a consequente anulação de seus votos, vários deputados estaduais perderam os mandatos. Um dos casos, para comparar, o Subtenente Everton (PSL) obteve 13 047 votos, em 2018 e ficou no mandato até ser cassado, enquanto isto Alexandre Guimarães que mesmo fazendo mais votos que na eleição anterior, 25 300 votos, ficou na suplência. Por sinal, uma coisa que a população de Campo Largo precisa observar, o delegado Francischini fez, só, em Campo Largo, mais de oito mil votos e estes votos estão sem representação parlamentar na ALEP.
Liderança Democrata

Com o falecimento de Joel Vidal, presidente municipal dos Democratas, as diretrizes partidárias indicam que uma nova liderança deverá ocupar o posto de direção da sigla e assim, tratar dos assuntos da fusão no município. O “União Brasil” pretende que Campo Largo tenha um candidato próprio para deputado. Assim, na evolução das conversas partidárias pode ser indicado, Christiano Puppi que tem na bagagem a herança política do seu pai, Marcelo Puppi e do seu avô, Newton Puppi. Uma possibilidade no meio do rol de candidaturas possíveis pelo município.
Perguntas da semana:
I – Você sabe quantos candidatos a deputado federal, cada partido pode lançar? E quantos a deputado estadual?
II – Será que o senador Álvaro Dias (Podemos) concorre mais uma vez ao Senado Federal?
III – Como fica a candidatura de Sergio Moro, para presidente da República, pelo PODEMOS, nas composições partidárias no Paraná?
IV – Será mesmo, que o PSD do governador Ratinho Jr., lança candidato a presidente da República? O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco é o indicado pela legenda.
V – Como fica o comando do PT, em Campo Largo? Quais são os aliados de Gleisi Hoffmann?
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