

O ano da eleição mal começou e os eleitores já estão debatendo quais serão os possíveis candidatos a deputado por Campo Largo. Na efervescência das doses partidárias, os nomes surgem com predicados e com defeitos. O lema “Eu voto Campo Largo” apesar de desgastado por diversas razões pretende garantir um bom número de votos para os candidatos locais. Os eleitores apontam vários nomes, principalmente, daqueles que já concorreram a algum cargo eletivo ou até mesmo, os que conquistaram um mandato no executivo ou legislativo. Até o final de março, os pré-candidatos devem definir o partido pelo qual gostariam de concorrer. Assim, temos vários expoentes partidários sendo mencionados. No Podemos, o ex-prefeito Edson Basso e o atual vereador André Gabardo; No PDT, o ex-vereador Nelsão e a ex-vereadora Fernanda do Nelsão; No PSB, Carlos Andrade; No Pros, Capitão Alves; No SDD, Luiz Adão; No PTC, Jean Naiser e no PSDB, Udo Schmidt Neto, cada um possui um potencial de votos e lembrando sempre que os partidos para eleger deputado precisam alcançar o quociente eleitoral. Nesta lista de candidatos entram dois outros nomes e os comentários a respeito deles sempre valoriza os predicados políticos. O atual vereador Alexandre Guimarães (PSD) e suplente de deputado estadual, em caso de concorrer a uma vaga de deputado só poderá fazê-lo pelo PSD, isto para não perder o atual mandato de vereador caso não atinja a meta. Outro nome que circula nos comentários políticos, é o do secretário municipal Christiano Puppi, filho do ex-prefeito Marcelo Puppi (in memoriam) que está filiado ao DEM e aguardando a definição da fusão chamada União Brasil. Os caminhos partidários para Christiano Puppi, são bem diferentes das de Alexandre Guimarães, pois poderá optar por qualquer sigla que aponte um bom rumo político, como por exemplo, o PL do presidente Jair Bolsonaro. De uma forma ou de outra, todos os pré-candidatos devem estar filiados a um partido político para poderem concorrer a uma das vagas em disputa pelo Paraná.
Bandeira

O ex-governador Roberto Requião possui um aliado forte, em Campo Largo. O ex-vereador Nelsão da Força, líder sindical, já está em pré-campanha eleitoral, propagando o nome de Requião como candidato ao governo do Paraná. Na definição da filiação do ex-governador e ex-senador, bem que gostaria que a sigla escolhida por Roberto Requião fosse o PDT, seu atual partido. De conversa em conversa, até que pode acontecer.
Nova caminhada

O ex-governador Beto Richa (PSDB) entrou em cena no quadro partidário, nesta semana. Com a definição do desbloqueio de seus bens e também, da transferência do seu processo da justiça comum para a justiça eleitoral pelo ministro Gilmar Mendes, um novo rearranjo partidário pode acontecer. O eleitor deve ficar atento as posições eleitorais de Beto Richa.
Filiações

Com a filiação do presidente Jair Bolsonaro ao PL – Partido Liberal, no Paraná, a reorganização da sigla para uma corrente de filiações nos municípios. Numa primeira etapa, o PL busca pré-candidatos a deputado. Em Campo Largo, o nome forte pelo PL, foi o do deputado Giacobo, onde o trabalho do ex-vereador João Marcos Cuba está atrelado. O garimpo político está liberado.
Decisão

Os dias passam e a eleição está mais próxima. A espera pela homologação da fusão do PSL com o DEM, pelo Tribunal Superior Eleitoral, é angustiante para os dirigentes das duas siglas. A convergência e a divergência dos filiados nas duas siglas deve mexer nos demais partidos. Cada atual deputado do DEM ou do PSL faz os seus cálculos sobre a melhor possibilidade de se reeleger.
Amizade

A proximidade do secretário municipal Chistiano Puppi com o Ministro Onyx Lorenzoni, por sinal, deputado federal pelo DEM-RS pode indicar o rumo político na sua futura filiação. Onyx Lorenzoni já declarou que concorre ao governo do Rio Grande do Sul, pelo PL, sendo assim, mudará do DEM (ou melhor do União Brasil) para o partido do presidente da República, no mês de março, na janela partidária, para não perder o mandato de deputado federal. São os ventos políticos soprando e podem chegar em Campo Largo, também.
Frase da Semana:
“Absurdo seria PT se comprometer a manter reforma trabalhista.”
Do ex-governador e ex-senador Roberto Requião, em ato político,
confirmando a sua pré-candidatura a governador em parceria com o PT de Lula.
Perguntas da semana:
I – Quantos partidos conseguem montar chapas completas de deputados, no Paraná, para concorrer na eleição de 2022?
II – Será que os partidos políticos paranaense conseguem completar o número de candidatas a deputado, isto quer dizer, completar a cota feminina?
III – Será que os dirigentes partidários sabem que se não tiver o numero certo de mulheres na chapa proporcional, não poderá colocar homens no lugar? O jeito é buscar candidatas de porte e não, apenas, laranjas.
IV – Qual é a projeção de votos para o candidato presidenciável Lula, no Paraná? Buscar os números do passado aponta o índice.
V – Qual é a expectativa de votação de Sergio Moro, como candidato a presidente, no Paraná?
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