

O cidadão brasileiro está atento a muitas coisas, mas duas coisas chamam a atenção, o aumento alarmante de casos de Covid-19 e a eleição presidencial, onde até o presente momento o confronto está entre Bolsonaro e Lula, pelas estimativas divulgadas. Na primeira questão, as famílias estão buscando os postos de vacinação para as crianças e também, as restrições e os isolamentos, com trabalho e atividades no sistema remoto estão sendo exigidos. Em segundo plano, com a proximidade das eleições, as decisões nacionais divulgadas pelo Palácio do Planalto estão dividindo as opiniões. As duas principais correntes políticas avaliam que a disputa está para o atual presidente Bolsonaro (PL) e o ex-presidente Lula (PT), não existindo espaço para um candidato da propalada terceira via. Enquanto a vacinação avança pelo país, com a cobertura de mais de setenta por cento dos brasileiros, a pandemia está dando sinais que estará presente no convívio das pessoas pelo mundo por muito tempo. O debate popular envolve as medidas de prevenção, já, amplamente divulgadas e de conhecimento das pessoas. O caso é que o relaxamento de uma parcela da população afeta todos. O sinal está sendo dado pelo alto índice comprovados pelos testes. O eleitor brasileiro querendo ou não, sentirá o debate das medidas de combate a pandemia nas campanhas eleitorais. O processo eleitoral está na fase de pré-campanha eleitoral, isto quer dizer, antes da homologação das candidaturas e os respectivos registros de candidatos. A campanha eleitoral, propriamente dita, acontece num período de quarenta e cinco dias. Os comentários político-partidários giram em torno da escolha dos vices dos presidenciáveis. Enquanto acontece o namoro de Lula com o ex-governador de São Paulo, Geraldo Alckim, até então adversários, para formar a chapa petista, o presidente Jair Bolsonaro (PL) deve trocar de candidato a vice presidente que por sinal, deve surgir pelos lados do dito Centrão, ao qual se aliou na sua filiação ao PL. As conversas nas próximas semanas, até o início de abril devem girar nestes assuntos numa forma nacional.
Dobradinha

O pré-candidato a deputado busca a melhor aliança para obter os votos necessários para sua eleição. Na maioria das vezes acontecem as dobradinhas, deputado estadual e deputado federal. Em Campo Largo, o candidato a prefeito, em 2020, Jean Naiser (PTC), poderá formar parceria com o deputado estadual, Mauro Moraes (PSDB). Prenúncio de mudança de partido.
Dobradinha II

O deputado federal Toninho da Fazenda (PROS) tem forte ligação com Campo Largo, inclusive possui empreendimentos no município. Na eleição municipal de 2020, Toninho apoiou o candidato Capitão Alves. Como nesta eleição cada partido precisa o máximo e votos para eleger deputados federais, a dobradinha de deputados. Toninho e Capitão Alves, não pode ser descartada, neste momento. A convenção estadual decide a chapa proporcional, como se sabe cada partido tem que concorrer sozinho.
Dobradinha III

A força feminina será especial para a chapa de deputados na eleição de 2022. A proporção de candidatas deve ser obedecida pelos partidos, inclusive em recursos financeiros, não podendo serem substituídas por pessoas do sexo masculino. A deputada federal Leandre (PV) possui vinculo direto com os dirigentes da sigla, em Campo Largo. Assim, não fica descarta uma dobradinha Leandre (federal) e Aloizio Mordezin (estadual). Chapa pura do PV de raiz.
Dobradinha IV

O candidato a prefeito, em 2020, Luiz Adão concorreu pelo partido Solidariedade (SDD), em Campo Largo. Não se pode ignorar que Luiz Adão é concorrente assíduo nas eleições para diversos cargos. Com proximidade com o deputado Luizão que deve migrar para o SDD, Luiz Adão surge como uma opção de dobradinha do partido, em Campo Largo. Na mesma linha estão, o vereador Sargento Chrestani e o suplente de vereador Lucão. Cada chapa de deputado federal precisa somar votos.
Filiação

Uma das coisas interessantes, neste momento, em política é o estudo dos pré-candidatos para ver qual será a melhor sigla para se eleger. A relação de votos necessários da chapa proporcional e do quociente eleitoral é oferecida pelos partidos. O pré-candidato a deputado Christiano Puppi, hoje, no DEM, deve migrar até o prazo final das filiações, no início de abril. As ligações políticas com deputados federais e outros dirigentes políticos, devem mostrar o caminho a seguir. A decisão está atrelada a fusão do DEM com o PSL. Assim, Christiano Puppi analisa o União Brasil.
Decisão

Com um cacife eleitoral de duas eleições para deputado estadual, o vereador Alexandre Guimarães (PSD) estuda a possibilidade de concorrer a um novo mandato de deputado estadual. Na eleição de 2018, manteve em Campo Largo, uma dobradinha com o deputado federal Vermelho. A possibilidade real existe.
Processo Eleitoral

Quando da morte do deputado estadual Ruben Recalcati (PSD), o suplente Ademir Bier assumiu a cadeira como suplente, mesmo estando em um cargo no governo do estado. Na época, o suplente após Ademir Bier (PSD) que poderia assumir a cadeira seria Alexandre Guimarães (PSD). As nuvens mudam de formato a cada instante. Com a volta de Guto Silva à Assembleia Legislativa, como deputado titular, Ademir Bier é afastado e por cima não volta ao cargo antigo no governo. Na balança da política para Alexandre Guimarães seria bem menos traumático. Ademir Bier estuda a sua saída do PSD com provável volta ao MDB do passado.
Frase da Semana:
“Ser Deputado não é só visitar a região e levar recurso, é uma atividade muito mais ampla.
Vou fazer uma avaliação com tranquilidade. Tenho um compromisso com o Ratinho.”
De Ademir Bier, ao deixar a Assembleia Legislativa com o retorno de Guto Silva.
Perguntas da semana:
I – Como fica a aplicação do passaporte vacinal pelo TSE, na eleição de 2022?
II –Será que numa composição de PSD e Podemos, Álvaro Dias passa a ser candidato a deputado federal, em 2022?
III – Qual será o partido em que Christiano Puppi ingressará numa possível saída do União Brasil?
IV – Como ficará a base política na Câmara de Campo Largo com a aprovação do União Brasil pelo TSE?
V – Será que Sergio Moro mudará de partido até abril para aumentar suas chances na corrida presidencial? O União Brasil nos planos.
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