

Muitos capítulos foram escritos sobre o Fundo Eleitoral, no final de 2021, nas idas e vindas do projeto sobre o Orçamento da União 2022. O cidadão pode acompanhar o desenrolar da novela que se arrastou no Congresso Nacional. Os comentários partiram das aprovações do valor pretendido até as críticas ácidas aos políticos. Os deputados federais e senadores discutiram o valor destinado ao Fundo Eleitoral e é parte integrante do Orçamento Nacional. Na semana, um novo capitulo foi escrito na sanção do projeto pelo presidente Jair Bolsonaro, ao apresentar alguns vetos e cortes em outros considerados importantes por segmentos da atividade pública do país. Em se falando da posição da população, as conversas giraram sobre o valor de R$ 4.9 bilhões do Fundo Eleitoral destinados para a eleição de 2022. O cidadão avalia a questão como um desperdício de dinheiro público e que deveria ser aplicado em ações essências. A primeira vista, o valor parece exorbitante, mas quando de analisa a quantidade de partidos e a quantidade de cargos em disputa nos estados, além do de presidente da República, a fatia será pequena diante dos custos das campanhas eleitorais. O Judiciário barrou o uso de dinheiro do setor privado e assim, as empresas não podem mais fazer doações para campanhas políticas. Isto precisa esclarecido ao eleitor e no passado, também, existia o Caixa 2 que atraia dinheiro de todo lado, criando um mecanismo de corrupção. A transparência do uso deste dinheiro público precisa ocorrer e as prestações de contas dos partidos e dos candidatos devem virar a público. É a primeira eleição nacional que acontece com o Fundo Eleitoral e um valor aprovado pelo Congresso Nacional e sancionado pelo Presidente da República. Este valor ainda pode ser suplementado se ocorrerem necessidades eleitorais.
Retorno

O Recesso Parlamentar dos vereadores termina no dia 06 de fevereiro. As sessões ordinárias plenárias serão retomadas na tarde do dia 07/02, com início às 15 horas. A pauta de matérias a serem apreciadas e/ou votadas será divulgada na próxima semana. Em ano eleitoral, o clima político partidário deve render bons argumentos.
Urgência

Os vetos do presidente Jair Bolsonaro ao Orçamento Geral da União precisam ser apreciados pelos senadores e deputados federais, em sessão conjunta. Podem ser mantidos ou rejeitados. Caso os vetos não sejam apreciados e votados em 30 dias, eles trancam a pauta do Congresso Nacional. Assim, nenhum outro projeto poderá ser apreciado, tanto no Senado federal como na Câmara dos Deputados. É assim que caminha o Brasil.
Presidente

O Senador Álvaro Dias foi aclamado novo Presidente do Podemos no Paraná, na manhã do dia 25/01, em Curitiba, na presença dos senadores Oriovisto Guimarães e Flávio Arns, da Presidente Nacional do Podemos, Deputada federal Renata Abreu, do pré-candidato à Presidência da República, Sergio Moro, do vice presidente da Sigla no Paraná, Deltan Dallagnol e do Secretário de Estado do Desenvolvimento Urbano, Augustinho Zucchi, do Deputado Estadual Galo e de outras lideranças nacionais e do Paraná da legenda, prefeitos e vereadores, os membros executivos do Podemos no Estado do Paraná. O Líder do Podemos no Senado Federal, senador Álvaro Dias assumiu as funções de Presidente Estadual do Podemos no Paraná, após a renuncia do cargo partidário de Cesar Silvestri Filho que migrou para PSDB de Beto Richa. As nuvens mudam de formato a cada instante.
Dúvida no ar

Com a migração do ex-prefeito de Guarapuava, Cesar Silvetri Filho para o PSDB, deixando a presidência do Podemos-PR um novo cenário se abre no Paraná. A troca de partido de Silvestri Filho visa a possibilidade de concorrer ao governo do Paraná. Com isso, a balança partidária será acionada. Em Campo Largo, hoje, temos o ex-prefeito Edson Basso filiado ao Podemos, mas é amigo de Silvestri Filho. No PSDB de Campo Largo, a presidência é ocupada por Udo Schmidt Neto, que foi candidato a prefeito, em 2020. De convergência a divergência, as coisas passam pelo Palácio Iguaçu. Até março mais mudanças de partido devem ocorrer, com filiados buscando pré-candidaturas.
Nova Executiva Estadual

Cada partido que pretende concorrer nos estados a cargos eletivos precisa ter sua representação ativa, através de diretórios ou pelo menos, Comissões Provisórias, habilitadas conforme a legislação. No Paraná, o PRTB concorreu na eleição de 2018, com o candidato Geonísio Marinho (28) ao governo do estado. Neste mês, o Diretório Nacional homologou a nova executiva estadual que tem na presidência da sigla, Adalmo Alves. O PRTB tem como expoente máximo na atualidade, o vice presidente da República, Hamilton Mourão. A nova executiva estadual é formada por:

Trabalho Social


A cidadão honorária de Campo Largo, Carlize Kwiatkowski, presidente do Provopar Estadual manteve encontro com Arai Bello, presidente do IPCC, Nilson Pereira, presidente da Femoclan e Ilzamir Fracaro. Na oportunidade trataram do trabalho social em comum que se realiza em prol das famílias em vulnerabilidade social e reafirmar a parceira para ajudar as pessoas que tanto precisam da mão amiga do terceiro setor.
Frase da Semana:
“A Saúde de Campo Largo está sendo cuidada! Estamos buscando recursos, buscando parcerias, contratando mais profissionais, melhorando o atendimento, vacinando com organização e velocidade conforme chegam as doses. Estamos fazendo, sim, uma grande Campo Largo e com todo o cuidado que a saúde do campo-larguense merece.”
Do prefeito de Campo largo, Maurício Rivabem, em nota, após reunião com o governador Ratinho Jr.
Perguntas da semana:
I – Quais serão as possíveis trocas de partido no Paraná, para a eleição de outubro? Bola de Cristal.
II – A Aliança do PSD do governador Ratinho Jr. e do Podemos do senador Álvaro Dias tem tudo para ser confirmada? Quem será o candidato a vice-governador na futura coligação?
III – Como ficam os partidos PSDB e Podemos, em Campo Largo? Com certeza o comando dos mesmos deve mudar. Os diretórios estaduais devem intervir.
IV – Quem poderá assumir a presidência do PRTB, em Campo Largo? Cada partido procura o seu espaço, novidades em breve.
V – Será mesmo que a proposta do União Brasil para que o presidenciável Sergio Moro mude de sigla pode vingar? Na balança o Fundo Eleitoral.
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