

A Secretaria Municipal de Saúde de Campo Largo informou que, em uma semana, foram três dias seguidos de plantões de 24h com números recordes nos atendimentos feitos pela Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do município. A soma no final de semana alcançou 1.808 atendimentos. Entre adultos e crianças, foram 660 pessoas atendidas, no primeiro dia. No dia seguinte, foram 566 atendimentos e no terceiro dia, foram 582 casos atendidos pelos médicos. Em comparação com os três dias do final de semana anterior, a UPA registrou 452 pacientes, 393 pacientes e 371 pacientes, num total de 1.216 pessoas atendidas, revelando um aumento de 61% na procura.

Conforme divulgado pela Prefeitura Municipal, o movimento é monitorado diariamente pela pasta e ultrapassou dias em que, de forma recorrente, a demanda costuma ser maior como, por exemplo, segundas-feiras (após as 18h). Isso revela que tanto a escala atual do quadro de médicos quanto o protocolo recém implantado - chamado Classificação de Risco - estão ajudando a dar vazão neste aumento exponencial da demanda que, segundo o quadro médico, se deve a muitos casos com sintomas respiratórios.
“Lembramos que a maior parte dos casos atendidos na UPA são demorados porque se tratam de urgência e emergência, ou seja, casos mais graves com risco de morte ou que exigem atendimento na hora, bem como transferência para hospitais de referência (um trabalho conjunto com a Secretaria de Estado da Saúde), procedimento este que possui um tempo de espera. E nesta rotina, a adoção do protocolo possibilita identificar rapidamente quais são os pacientes estáveis e quais casos precisam ser priorizados”, explica a secretária municipal de saúde, Danielle Fedalto.
Tendo em vista a alta demanda, a Prefeitura solicita que a população colabore procurando por atendimentos que não são de urgência e emergência nos dias de atendimento das Unidades Básicas de Saúde (UBS). Também se mantém a recomendação do uso de máscaras e da vacinação em dia, pois as mudanças típicas de temperatura somadas à flexibilização do uso de máscaras vêm aumentado os casos de Síndrome Respiratória e o vírus da Covid-19 segue circulando. Foto: AEN/PR.
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