

No próximo domingo (02/10), vamos ter um encontro com algo que vemos de dois em dois anos, a urna eletrônica. Alvo recorrente de candidatos que perdem alguma eleição, mesmo estes eleitos em diversas outras, mas de fato uma tecnologia que auxilia e muito a Justiça Eleitoral e a Democracia.
A ideia de utilizar um equipamento para as votações já teve início em 1932, quando o Código Eleitoral Brasileiro já previa o “uso das máquinas de votar” em seu artigo 57. Então foram iniciadas diversas tentativas, mas a precursora foi criada por Sócrates Ricardo Puntel em 1960, porém a engenhosa máquina nunca chegou a ser utilizada.
Em 1978 o Tribunal Regional Eleitoral de Minas Gerais apresentou um protótipo para informatizar o processo, porém mais um não foi levado adiante. A primeira votação eletrônica aconteceu em 1989 em Brusque (SC). O eleitor preenchia uma cédula que passava por um leitor óptico.
Já as urnas como conhecemos hoje foram desenvolvidas em 1996 e utilizadas nas eleições municipais. Naquele ano apenas alguns municípios tiveram eleições informatizadas, o que com o passar do tempo foi aumentando e chegando a todo o Brasil.
Estudos confirmam que com as urnas eletrônicas o número de votos nulos diminuiu consideravelmente, também comprovam que há mais segurança e confiabilidade nas votações. Recentemente o retorno do voto impresso foi discutido no Congresso, porém não teve aprovação.
Mas podemos sim confiar no voto eletrônico, basta que todos os brasileiros escolham de maneira criteriosa seus candidatos a: Deputado (a) Federal, Deputado (a) Estadual, Senador (a), Governador (a) e Presidente.
Foto: TSE
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