Os Deputados Federais eleitos em 2022 mudaram a composição das bancadas na Câmara Federal

Postado por admin 24/10/2022 0 Comentários Política,

 

A partir de 1º de fevereiro de 2023, os debates e as votações podem passar por um novo processo de aprovação com base dos deputados federais eleitos pelos partidos nos estados. Uma das novidades que o cidadão poderá observar desde o início é que alguns partidos ultrapassaram a Cláusula de Barreira e assim, na composição das comissões da Câmara Federal terão mais força política. A balança entre a esquerda e a direita, passando pelo centro, as votações podem oscilar muito ajudando ou comprometendo o governo federal. As bancadas partidárias eleitas e as atuais podem apontar a evolução das decisões no Congresso Nacional. Assim, alguns partidos saltaram para mais e outros reduziram,  o PL de 77 foi para 99 deputados federais; o PT de 56 foi para  68 deputados federai; o União Brasil 52 passou para 59;  o PP de 57  passou para 47; o MDB de 42 passou para 37; o PSD de 46 passou para 42; o Republicanos de 43 passou para 41; o PDT de 19 passou para 17; o PSB de 23 passou para 14; o PSDB de 23 passou para 13; o PSOL de 8 passou para 12; o Podemos de 8 passou para 12; o Avante de 6 passou para 7; o PSC de 8 passou para 6; o PCdoB de 8 passou para 6; o PV de 4 passou para 6, o Cidadania de 6 passou para 5; Patriota de 5 passou para 4; o SDD de 8 passou para 4; o Novo de 8 passou para 3; o PROS de 4 passou para 3; o REDE de 2 passou para 2 e o PTB de 3 passou para 1. No 1º turno, a base de apoio de Bolsonaro contou com três partidos coligados, PL, PP e Republicanos, que fizeram 187 deputados federais; já, na base aliada de Lula, foram dez partidos coligados, PT, PSOL, REDE, PSB, PCdoB, PV, Agir, Avante, PROS e SDD que juntos somam 122 deputados federais. Os outros partidos juntos somam 204 cadeiras na Câmara dos Deputados. Para qualquer aprovação de projeto simples são necessários 257 deputados federais, assim, o quadro de votações estará complexo. Para Bolsonaro, a tarefa será mais fácil, já, para Lula é mais complicada, pois o seu colegiado não chega à metade da metade dos eleitos. Um governo de coalizão partidária é sempre complexo.

 

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