

Com a eleição de Luís Inácio Lula da Silva como presidente do Brasil para um mandato de quatro anos (2023/2026), muitos assuntos da esfera federal devem mudar de concepção. Um deles é o Pedágio nas Estradas do Paraná, Anel de Integração e outras rodoviárias inseridas no mesmo pacote, como a PR 423 (Campo Largo-Araucária). O debate sobre o valor cobrado nas praças de pedágio pelas concessionárias deve ser alterado, tanto no modelo de cálculo e como na composição de obras e serviços. O coordenador da Frente Parlamentar sobre o Pedágio, na Assembleia Legislativa, deputado estadual, reeleito, Arilson Chiorato, já, intercedeu junto a deputada federal, reeleita, Gleisi Hoffmann, para que o pedágio do Paraná seja incluído na transição entre os governos Bolsonaro e Lula. A equipe oficializada por Lula, tem como coordenador chefe o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin e assim, poderão ser feitas as alterações no processo de concessão que está em tramitação. O deputado Arilson Chiorato, aponta que se o processo for iniciado, ainda, este ano, da forma que ele está, o governo federal estará agindo de má-fé. Primeiro, porque há uma série de determinações e recomendações do TCU que precisam ser atendidas antes da licitação e, segundo, porque eles sabem que não é esse o pedágio que o presidente Lula quer, destaca Chiorato.
Leave a Comment