Vatapá 09 12 2022 Na Boca do Povo – hawo

Postado por admin 11/12/2022 0 Comentários Vatapá,

 

Os comentários dos campo-larguenses estão relacionados com o trabalho parlamentar e o comportamento político dos atuais vereadores. Nos dias que antecedem a eleição de um novo presidente para dirigir a Câmara Municipal pelos próximos dois anos, a análise das pessoas passa a ter uma conotação diferente. É a primeira vez, em Campo Largo, que a eleição do presidente tem uma escolha, onde o eleito passa a ocupar uma espécie de cadeira de vice-prefeito. Nas conversas, na pergunta que é feita observa as qualidades de cada um dos onze vereadores, em primeiro plano. Já, para a vaga de “vice prefeito”, na visão de cada cidadão, o desejo do prefeito de ter uma pessoa de confiança política no cargo de presidência é prioridade. O processo político eleitoral é dinâmico e o futuro presidente da Câmara, também, estará envolvido na sucessão do atual prefeito, por sinal, pode acontecer uma reeleição. As pessoas, nas conversas que envolvem a eleição para os integrantes da nova mesa diretora, discutem as possibilidades de candidaturas e os blocos de vereadores formados. Neste contexto, os vereadores da base política e os independentes formam três conjuntos. No bloco um, estão os vereadores Genésio da Vital, Pedrinho Barausse, Dr. João Freita e Luís Servenski; no bloco dois, os vereadores, André Gabardo, Alexandre Guimarães, Sargento Leandro e Marcio Beraldo e no bloco três, Germaninho, João D’Água e Cléa Oliveira. Como a eleição acontece só no dia 19, depois da decisão da Copa do Mundo, muita coisa pode, ainda, acontecer. As nuvens mudam de formato a cada instante. 

   

Subida da Rampa

 

 

Passados 16 anos, em 1º de janeiro, Luís Inácio Lula da Silva subirá a rampa do Palácio do Planalto com um aliado oriundo de outro grupo político e que foi adversário no passado. Em 2007, Lula (PT) ao lado do empresário José Alencar (PR – na época) subiram a rampa, para assumir o segundo mandato do petista. Agora, será ao lado do ex-peessedebista Geraldo Alckmin (hoje no PSB) iniciando o governo LULA III.

 

Faixa Presidencial

 

 

 

Já está anunciado que o atual presidente Jair Bolsonaro não passará a faixa presidencial, ao seu sucessor e adversário de campanha eleitoral. As diferenças sobre o processo eleitoral indicam que Bolsonaro não reconhecerá a derrota nas urnas. Assim, ele mantém o seu discurso sobre o sigilo das urnas eletrônicas, dizendo que elas não são confiáveis, mesmo que tenha sido eleito em 2018. O clima de campanha continua, mesmo com a oficialização do resultado pelo TSE.

 

Diplomação

 

 

 

A cerimônia de diplomação dos eleitos no TSE, presidente e vice presidente, Lula e Geraldo Alckmin, acontecerá no dia 12 de dezembro, às 14 horas. Em Brasília, as autoridades estão cientes de que algumas manifestações possam ocorrer. O reconhecimento dos “Patriotas” não acontece sem a palavra de Jair Bolsonaro. Ele afirma que não é o líder do movimento.

 

Esforço Concentrado

 

 

 

O governador Ratinho Jr., reeleito, prepara o seu segundo mandato, ainda, em 2022. A Assembleia Legislativa, em esforço concentrado, está votando as matérias de interesse do governo do estado. O conjunto de projetos, pelos adversários foi chamado de Pacotaço, teve aprovação na ALEP PR pela grande maioria dos deputados estaduais. O equilíbrio fiscal e financeiro visa afastar o prejuízo causado por medidas federais que oneraram o estado. As contas do poder público precisam ser ajustadas.

 

PEC da Transição

 

 

 

 

A cada dia que passa se aproxima o final do atual governo federal. O novo governo eleito em outubro, busca uma forma de corrigir as distorções que assumirá e por cima, achar mecanismos para cobrir as propostas de campanha eleitoral, caso do Bolsa Família (Auxílio Brasil). Tudo tem que ser aprovado pelo atual Congresso Nacional, este ano, em votações no Senado Federal e na Câmara dos Deputados. O Teto de Gastos é o principal foco de contradições.

 

 

PEC da Transição II

 

 

 

As articulações para a aprovação da PEC da Transição feitas pela equipe de Lula/Alckmin, buscam o apoio de pelo menos 49 senadores e 308 deputados federais, no atual Congresso Nacional, cujo mando se encerra em 31 de janeiro de 2023. A Proposta de Emenda à Constituição – PEC é promulgada pelos atuais Congressistas e não sancionada pelo atual presidente. Uma atribuição única e exclusiva do Congresso.

 

 

Dinheiro a mais

 

 

 

 

A proposta a ser votada por senadores e deputados federais visa que o futuro governo federal possa gastar R$ 145 bilhões a mais nos próximos dois anos (2023/2024). O texto aprovado pela Comissão de Constituição e Justiça do Senado Federal, não aceitou, na integralidade, os pedidos do futuro governo. No plenário, o assunto pode receber alterações, tanto em montante e em prazo.

 

 

Perguntas da Semana

 

 

I – Como estão as apostas sobre quem será o sucessor de Pedrinho Barausse, na presidência da Câmara de Campo Largo?

II – Como ficará o cenário político de Campo Largo, após 1º de janeiro? Partidos aliados de Lula passam a costurar as eleições municipais. 

III – Quantos partidos com assento na Câmara dos Deputados permanecerão para as eleições municipais? Menos partidos, menos candidatos e mais dificuldade para se eleger.

IV – Os estudos partidários em Campo Largo, passam pelas vagas na Câmara Municipal, hoje, são, apenas, onze vagas. Quantos vereadores serão reeleitos, com a redução de partidos?

V – Como ficam as federações partidárias, aprovadas, para as eleições municipais?

 

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