

Os quadros políticos estão se alterando com as fusões, incorporações e federações. O cidadão brasileiro, já, conviveu com algumas alterações na eleição de 2022, caso da fusão do DEM com o PSL formando o União Brasil (UB). Em Campo Largo, o UB passou a ter como expressão máxima o prefeito Maurício Rivabem, com passagem pelo PSL. Já, uma fatia do DEM do ex-prefeito Marcelo Puppi (in memoriam) acompanhou o seu filho Christiano Puppi que concorreu a deputado estadual pelo PP – Progressistas, com o apoio da ex-governadora Cida Borghetti e do deputado federal Ricardo Barros, por sinal, obtendo expressiva votação. A composição partidária nacional deve receber novos contornos, após a posse dos eleitos de 2022. O fator de uma fusão entre o PP e o UB que já possui um nome União Progressista pode afetar os interesses individuais nas eleições municipais. O presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira orienta que a composição PP com o UB não será fácil devido as divergências nos estados e nos municípios. Uma coisa é certa, a sobrevivência dos partidos passa pela quantidades de parlamentares na Câmara Federal. Assim, em Campo Largo, novamente, Christiano Puppi e Maurício Rivabem seriam colocados numa mesma sigla. A questão é que a eleição municipal de 2024 está cada vez mais próxima. A contagem é regressiva e os dois políticos emergentes pretendem disputar a cadeira de prefeito na próxima eleição. Como as nuvens mudam de formato a cada instante, os dirigentes partidários nacionais podem determinar qual o caminho a ser seguido pelos seus filiados pré-candidatos a prefeito. Por outro lado, o eleitor não pode esquecer que hoje existem duas correntes políticas que devem impactar as políticas municipais. A ala pró Lula (PT) e a ala pró Bolsonaro (PL) estarão entrando em campo para conduzir as composições, não só nos municípios, mas, também, no Congresso Nacional. As bases aliadas, de um lado ou de outro, devem conduzir os partidos nos municípios.
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