

A ida do prefeito Maurício Rivabem, à Brasília, rendeu muitos comentários. Ele esteve acompanhado do vereador Genésio da Vital. Numa outra via, quatro vereadores, também, estiveram na Capital Federal. A grande motivação foi a Marcha dos Prefeitos convocada pela Confederação Nacional dos Municípios que tratou da defesa dos interesses dos gestores principalmente com relação a Reforma Tributária que pode mexer na arrecadação dos tributos municipais, caso do ISS. Tanto o poder Executivo, como o poder legislativo precisam observar todas as variáveis existentes e principalmente, tomar uma posição junto aos senadores e aos deputados federais. O vereador Sargento Leandro Chrestani, integrante da comitiva de Campo Largo, na Tribuna da Câmara, rebateu as críticas maldosas feitas nas redes sociais. No teor da sua fala esclareceu que os representantes do povo devem buscar os recursos disponíveis e contribuir da melhor forma com a melhoria de qualidade de vida da população. Enumerando diversas conquistas obtidas, além da destinação de verbas ao município, frisou que a principal reinvindicação feita em Brasília, aos deputados federais contatados foi a obtenção e destinação de verba para a construção do Quartel da Polícia Militar, em Campo Largo. Certas pessoas não sabem o que falam, pois o trabalho parlamentar de um vereador é muito mais do que participar apenas de sessões da Câmara. Os recursos públicos gastos com a ida a Brasília, em muito serão multiplicados com as verbas que o município irá receber. Neste sentido, o vereador Genésio da Vital mencionou o recebimento por Campo Largo, de verba no valor de R$ 250 000,00 que foram destinados pelo então deputado federal, Paulo Martins, obtida em outra ida ao Congresso Nacional. As verbas públicas sofrem a indicação dos deputados federais e senadores e a cada momento, o prefeito em exercício, recebe os valores para beneficiar a população.
Partidos Políticos

Os próximos seis meses de 2023 serão de grande agitação nos meios políticos. Todos os partidos que pretendem disputar cargos eletivos nos municípios, precisarão se organizar e reformular as listas de filiados, com intenção de serem pré-candidatos. Em Campo Largo, o PP de Christiano Puppi e o UB de Maurício Rivabem devem em breve realizar as convenções municipais. Preparativos para a eleição de 2024, cumprir a legislação.
Partidos Políticos II

Como resultado da coligação majoritária da eleição municipal de 2020, as lideranças políticas, Udo Schmidt Neto (PSDB), Edson Basso (Podemos) e Carlos Andrade (PSB) devem proceder uma reorganização partidária. Como o jogo das definições nos municípios aparece por indicação superior, a escolha de pré-candidato a prefeito está em marcha.
No Horizonte

As composições partidárias de quatro anos atrás podem seguir outro rumo. Como resultado da eleição da mesa diretora da Câmara de Campo Largo pode juntar expressões políticos. O grupo formado por Alexandre Guimarães (PSD), Marcio Beraldo (UB), André Gabardo (PODE), Sargento Leandro (SDD), Germaninho0 (PSDB) e João D’Água (UB) está agregando outras lideranças. A grande dúvida é se todos permanecem nas mesmas siglas atuais.
Conjunto eleitoral
Uma coisa é certa para a eleição de 2024, em termos partidários. A federação PT, PV e PCdoB devem trilhar um mesmo caminho juntos. Assim, algumas lideranças destas siglas estão costurando uma força para indicar candidato a prefeito. João Airton Paulista (PT), Avanir Mastey (PCdoB) e Aloizio Mordezim (PV), a princípio, entram na balança. Buscar um nome em outro partido pode ser uma saída estratégica.
Perguntas da semana:
01 – Quem poderia ser um nome novo para concorrer a prefeito, em Campo Largo? Lembrando que precisa estar filiado a um partido político.
02 – Qual será o grande jogo para escolha dos candidatos para preencher as onze vagas de vereador disponíveis, em Campo Largo?
03 – Quantos partidos, em Campo Largo, terão candidatos a prefeito na próxima eleição?
04 – O eleitor, já, sabe quais os partidos de 2020 que não existem mais?
05 – Um pré-candidato a prefeito precisa ter confirmada a sua indicação por um partido. Será que alguns pretendentes não querem ter um partido na mão?
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