

A reverberação da viagem à Brasília do prefeito Maurício Rivabem e de cinco vereadores, continua rendendo frutos políticos e também, críticas nas redes sociais. A convocação de participação na Marcha à Brasília, foi feita pela CNM – Confederação Nacional dos Municípios, com o objetivo principal na defesa dos interesses municipais na pretendida Reforma Tributária do atual governo federal. Um ponto deve ser analisado, quem não se faz presente nestes eventos não recebe a atenção devida na distribuição de verbas públicas. Cada vereador é de suma importância no momento em que os deputados federais fazem as indicações de recursos aos municípios. Não se pode dizer aqui que os gastos feitos são despesas, numa visão mais ampla é investimento, pois o retorno é comprovado nas verbas encaminhadas e Campo Largo, vem recebendo uma atenção especial e que poderia ser bem mais, caso o número de vereadores fosse maior. O cidadão comenta as alterações feitas no governo Lula III, onde o número de ministérios alcançou a marca de 37 (trinta e sete) pastas. Os gastos aí não importam, o que é prioridade é a representatividade dos segmentos sociais. Os comentários passam por certos critérios, ignorado por grande parte da população, onde os valores com gastos são jogados à população sem o devido esclarecimento e os interesses políticos se sobrepõem à realidade. Campo Largo comporta 19 (dezenove) vereadores pela legislação vigente, basta que os atuais vereadores aprovem a alteração neste mandato, para ser aplicado no próximo mandato. Cada pessoa pode fazer suas comparações e tirar conclusões sobre os interesses municipais em relação aos que o governo federal aplica. Os gastos federais são muito maiores e ninguém de forma direta se opõem. Após a eleição municipal de 2024 não adianta chorar o leite derramado.
Partidos Políticos
Para 2023, o Fundo Partidário está orçado em mais de R$ 1,18 bilhão para ser divido entre 14 (catorze) federações e partidos que atingiram a cláusula de barreira, na eleição de 2022. O número para 2024 deve ficar mais reduzido, ainda, caso se confirmem as fusões ou federações anunciadas. O quadro ficará mais enxuto nas eleições municipais.
Partidos Políticos II
De olho na eleição de 2026, alguns partidos estão revendo suas posições. O PDT e o PSB realizam sondagens e estudos para uma fusão das siglas. O fantasma da Clausula de Barreira mais rigorosa deve mexer nas eleições municipais, em 2024.
No Horizonte
Uma certeza nos meios políticos. A cada fusão ou incorporação de partidos políticos, os filiados passam automaticamente para a legenda remanescente. Os pré-candidatos a vereador precisam observar as suas pretensões no conjunto da grande ópera eleitoral.
Quociente eleitoral
Para a eleição de 2024, em Campo Largo, o quociente eleitoral para um partido eleger vereador passa a ser alto. Em termos partidários, com chapas puras com no máximo 12 (doze) filiados, a Câmara Municipal tem apenas 11 cadeiras, o QE deve se aproximar dos sete mil votos. Os dirigentes partidários passam a quebrar a cabeça para filiar pré-candidatos que possuam uma projeção mínima de seiscentos votos.
Perguntas da semana:
01 – Quantos partidos políticos, em Campo Largo, lançarão candidato a prefeito? As ordens superiores devem influir.
02 – O garimpo por candidatos a vereador já começou. Será que todos os partidos terão chapa pura completa? Até abril de 2024 tudo deve estar organizado.
03 – Será que os atuais dirigentes partidários de Campo Largo estão atentos a regras da Clausula de Barreira? As coisas mudaram.
04 – Quais são os partidos políticos, em Campo Largo, que estão que estão com situação regular junto a Justiça Eleitoral?
05 – Como ficará a aplicação da fidelidade partidária na eleição de 2024? Os deputados serão os maiores interessados.
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