
Grupo Folclórico Piccola Itália levou cultura
e tradição ao palco do Teatro Guaíra

Um encontro de tradições marcou a noite de 07/07 (sexta-feira), no Teatro Guaíra, em Curitiba. O grupo folclórico Piccola Itália, de Campo Largo, se apresentou durante o 61º Festival Folclórico de Etnias do Paraná, realizado pela Aintepar (Associação Interétnica do Paraná).

O Piccola Itália levou ao palco do teatro 20 crianças, 16 senhoras e 25 jovens, além da participação especial do coral Canarinhos de Campo Largo. Com danças e canções típicas da Itália, o grupo folclórico desenvolveu o tema “Família e Suas Tradições Italianas”, destacando o legado deixado às futuras gerações.

Foi um verdadeiro show, onde os dirigentes da Aintepar classificaram-o como um grupo em acessão, com grande potencial. Aproximadamente 1.500 pessoas assistiram à apresentação.
“O Centro Cultural Italiano de Rondinha agradece aos seus integrantes, que incansavelmente se dedicaram aos ensaios. Também, aos familiares dos integrantes do grupo, à Prefeitura Municipal de Campo Largo e à Câmara Municipal de Campo Largo, pelo apoio recebido”. ‘Grazie a Dio e a tutti voi’.
SOBRE O GRUPO FOLCLÓRICO PICCOLA ITÁLIA
No bairro de Rondinha, em Campo Largo (PR), o Grupo Piccola Itália foi fundado no dia 29 de junho de 1991, pelo Padre Giovanni Tranquilo Lorenzin (na época, pároco da Paróquia de São Sebastião) e pelo presidente do Centro Cultural de Rondinha, Antônio Osvaldo Barausse.
O Piccola Itália pertence ao Centro Cultural Italiano de Rondinha, sendo considerado uma Pastoral da Paróquia de São Sebastião de Rondinha. Atualmente, o presidente do grupo é o Padre João Batista Chemin; a presidente executiva é a Sra. Clara Luiza Barausse da Silva e a coordenadora é a Sra. Luciane Eliza Barausse Friedrich.
Com o objetivo de resgatar a cultura e a tradição italianas na comunidade, o grupo folclórico expressa-se por meio da dança, música e trajes típicos.
Hoje, o Piccola Itália é parte integrante do Centro de Cultura Italiana, que agrega atividades de dança folclórica e cursos de idioma italiano, entre outros eventos sociais e culturais. Ele, ainda, é membro da Aintepar e se tornou amplamente conhecido no sul do Brasil, levando o nome de Campo Largo por onde passa.
Fonte: Livro “A Arte e Cultura Sesquicentenárias de Campo Largo”, de Patrícia Fuzeti Elias (2020).

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