
Campo Largo fica em 2º lugar em campanha estadual de prevenção à dengue

A Prefeitura de Campo Largo vem se destacando na prevenção e no combate à dengue. O Município ficou em segundo lugar na categoria Individual - Agentes de Saúde, unidade Sesc Portão, na campanha “Aqui o mosquito não entra!”, do Sesc PR. A disputa virtual teve 11.309 participantes em todo o Paraná.
A Divisão de Vigilância em Saúde Ambiental registrou no site da campanha locais do foco e criadouro do mosquito Aedes aegypti e da eliminação dos focos no município, garantindo o resultado de destaque.
Essa é a terceira edição da campanha do Sesc PR que também inclui ações educativas, com a divulgação de informações sobre medidas de prevenção, como identificar potenciais criadouros do agente transmissor e sintomas da doença.
Combate
Em Campo Largo, somente em 2023, já foram notificados 93 suspeitas de casos de dengue, sendo 25 positivos. Um alerta para os Agentes de Combate às Endemias (ACEs) que realizam todos os dias ações de eliminação de focos e orientações sobre como evitar os criadouros, mas principalmente para a população que não pode “baixar a guarda”.
“Ficamos muitos felizes com o segundo lugar, trazendo para o município uma medalha que demonstra o trabalho realizado pelos nossos Agentes de Combate às Endemias”, declarou a diretora da Vigilância em Saúde, Viviane Moretti. “É muito gratificante ter o nosso trabalho reconhecido. Essa campanha é fundamental para sensibilizar a população e os Agentes para a importância do trabalho realizado”, completou a Chefe da Vigilância em Saúde Ambiental do município, Claudenice Marques da Silveira.
Monitoramento

Os casos suspeitos ou confirmados das arboviroses (Dengue, Zika e Chikungunya), quando notificados, são visitados pelos ACEs, e os trabalhos ficam ainda mais intensos nos bairros que tiveram casos positivos. Uma investigação imediata é feita pelos ACEs, pela definição de um raio, a partir de onde está o paciente. Isso é para verificar se há alguma larva do mosquito, ou se há risco de transmissão, neste espaço ao redor, baseado na distância que o mosquito costuma percorrer. Esse trabalho visa minimizar o risco de algum mosquito transmissor picar o paciente positivo e acabar transmitindo para os demais moradores da região, evitando que o ciclo de transmissão seja sustentado no município.
Também segundo a Vigilância Ambiental, diariamente a equipe de ACEs desloca-se para Levantamento de Índice, ou seja, eles visitam um percentual de imóveis do município para procurar focos e fazer as orientações cabíveis. Além disso, também é feito um monitoramento de pontos estratégicos. São selecionadas empresas (principalmente na beira de estradas) que, em suas atividades, podem ter ambiente favorável para o trânsito e manutenção de larvas do mosquito. Por exemplo, transportadoras que podem ter água parada em lonas ou em produtos estocados.
Os Agentes Comunitários de Saúde (ACSs) também auxiliam na orientação à população e na observação de possíveis criadouros. Por isso, é importante que as pessoas os recebam. De casa em casa, dia após dia, a visita costuma ser rápida, só para ajudar a verificar se há possíveis focos do mosquito.


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