

Na última semana, os partidos políticos, nos municípios pisaram no freio nos acertos para a eleição de 2024. Até a sexta feira (06/10), o Congresso Nacional poderia definir novas regras para a eleição de 2024. Um ano antes da eleição a legislação eleitoral precisa estar aprovada para vigorar na eleição, neste momento, para a escolha de prefeitos e de vereadores. De uma forma ou de outra, as correntes partidárias, já, esperavam a confirmação da decisão do presidente do Senado Federal, Rodrigo Pacheco (PSD) de adiar a votação da mini reforma eleitoral e assim, as novas regras aprovadas na Câmara dos Deputados não valem para a eleição de 2024. Como existe uma pendência entre a Câmara dos Deputados e o Senado Federal, o projeto de mini reforma eleitoral, ainda, não possui um relator no Senado Federal. Assim, em poucos dias não aconteceria a tramitação da proposta no Senado Federal, aprovada pelos deputados federais. A legislação vigente, em 2022, ficou mantida, passando a orientar e disciplinar as novas composições de chapas partidárias a nível municipal. Para alguns a inelegibilidade permaneceu e não poderão ser candidatos a prefeito, nem a vice prefeito e nem a vereador. Os dirigentes partidários municipais passam a atender as decisões dos diretórios nacional e estadual de cada sigla, para compor as coligações majoritárias de prefeito e vice-prefeito. Uma ordem já está ecoando pelo país, onde o PT de Lula, já, oficializou que nos municípios com mais de duzentos mil habitantes, o partido do presidente pretende lançar candidatura própria. A base aliada e os partidos de sustentação no congresso nacional devem apresentar as suas próprias vontades neste complexo jogo eleitoral brasileiro. Numa primeira linha está federação, PT/PV/PCdoB e numa segunda via, PSB, MDB e PDT e agora, numa emenda política via centrão, surgem com força, PP, REP e União Brasil. As nuvens mudam de formato a cada instante. Cada município apresenta suas particularidades.
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