

Os eleitores estão estranhando a nova forma de fazer campanha eleitoral. O dinheiro está escasso e o período de campanha eleitoral é menor. Além disso, algumas regras novas surgiram e a história de “Cabo Eleitoral” está sendo abolida. A coisa está mais para o “corpo a corpo”, do que a revoada de cabos eleitorais pagos. O aperto de mão, também, foi abolido por causa da pandemia, agora, é “soco-soco” ou mesmo “cotovelo-cotovelo”, tudo diferente. Até entregar o famoso “Santinho” ficou mais complicado, para as pessoas receberem nas ruas ou nas casas. O candidato a prefeito tem mais facilidade para divulgar o seu número, pois fica na casa das dezenas, ou melhor, dois dígitos. Para os candidatos a vereador, a tarefa ficou mais complicada, principalmente, para os candidatos de primeira viagem. O eleitor terá que gravar um número com cinco dígitos para confirmar nas urnas eletrônicas. A revoada de candidatos a vereador, ainda, não começou. Pelo jeito que as coisas andam na organização das candidaturas, a campanha será de trinta dias, propriamente dita. Os nomes conhecidos levam vantagem, principalmente, os candidatos a vereador pela reeleição. Uma coisa que pode atrapalhar a eleição de um ou de outro candidato é a regra de não coligação nas chapas proporcionais e ai, os partidos com mais experiência eleitoral levam vantagem pelos nomes que integram as chapas puras. Nos próximos dias, os eleitores passam a observar os nomes de candidatos e assim, escolhem o de preferência. O importante mesmo será gravar o número da pessoa escolhida e ir à urna e digitá-lo, no dia 15 de novembro.
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