

A regra da eleição para a escolha dos vereadores, em 2024, não é a mesma que foi usada, em 2020, para os atuais vereadores. Caso fosse aplicada, em 2020, ela faria um corte enorme e outros nomes estariam na Câmara Municipal de Campo Largo, hoje, pois só a chapa do DEM de Marcelo Puppi e a chapa do PSB de Carlos Andrade, atingiram o quociente eleitoral (QE). Assim, os dirigentes municipais dos partidos estão se aprimorando e qualificando as suas chapas proporcionais, ou seja, escolha de candidatos com poder de voto, com um bom cacife eleitoral. Como o quociente eleitoral (QE) de Campo Largo deve ficar próximo dos cinco mil votos, a linha de corte passa a ser de 500 votos, isto quer dizer que nenhum candidato com menos deste índice será eleito, a dita, Cláusula de Barreira, de dez por cento do QE. Na eleição de deputado federal e estadual, em 2022 foi utilizada a nova regra que vale para 2024, na eleição municipal. O caso mais emblemático da eleição de 2022, no Paraná, foi a não eleição do deputado federal Luizão, do Solidariedade que obteve 96 543 votos e a chapa somou 154 785 votos não atingindo os 205 029 votos do QE. Assim. Padovani (UB), eleito com a menor cotação fez 57 185 votos e a chapa do União somou 641 875 votos, elegendo quatro deputados federais, liderados por Felipe Francischini, com 164 342 votos. Isto fica como exemplo e os partidos, em Campo Largo, buscam candidatos que possam ultrapassar a Cláusula de Barreira imposta pela legislação, como já anunciados, Toninho Ferreira (PSD) e Lucir Marchiori (PSDB), dois ex-vereadores que tiveram boas passagens pelo legislativo municipal.

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