

A Páscoa é uma das mais importantes festividades do calendário cristão. Essa data comemorativa originou-se com os judeus e teve seu sentido ressignificado após a crucificação de Cristo. Algumas características da Páscoa moderna também possuem elementos herdados de povos pagãos. A Páscoa é uma celebração de data móvel, e o seu significado mais conhecido – o cristão – relembra a crucificação e ressurreição de Cristo. A palavra “páscoa” no idioma português deriva dos termos em três idiomas “Pessach”, no hebraico, “Pascha”, no latim, e “Paskha”, no grego. A Páscoa comemorada pelos judeus possui um sentido completamente distinto daquele assumido na comemoração cristã. A Páscoa judaica é chamada de “Pessach” (significa “passagem” no hebraico) e comemora a libertação dos hebreus da escravidão no Egito. Essa festa judaica era comemorada tradicionalmente próximo ao período em que se inicia a primavera no hemisfério norte. Apesar de sua derivação da comemoração judaica, o sentido da Páscoa cristã é diferente, pois relembra os atos da crucificação, morte e ressurreição de Cristo. A ressurreição de Cristo é, inclusive, um dos pilares da fé cristã e, por isso, a Páscoa é uma festividade tão importante assim para os cristãos.
Além da tradição judaica e cristã, a Páscoa moderna agregou elementos de outras culturas não cristãs, isto é, pagãs. Esse processo aconteceu, sobretudo, a partir da cristianização dos povos germânicos na Europa. Os historiadores afirmam que, durante esse processo, uma série de elementos das culturas desses povos foi sendo apropriada pelo cristianismo.
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