
Maioria das vagas de vereadores em Campo largo
foi preenchida pelas sobras
Republicanos perde a vaga para o Solidariedade pela Cláusula de Barreira

A eleição para vereador, em 2020, foi bem diferente em relação às das recentes edições anteriores. A Lei Eleitoral foi alterada pelo Congresso Nacional e aplicada pela primeira vez, com a nova legislação na íntegra. Os partidos não mais podem fazer coligações para eleger representantes nos legislativos. Nesta eleição, também, se aplicou a Cláusula de Barreira e aplicando a linha de corte dos 10% (dez por cento) do quociente eleitoral para eleger vereador. Com este corte, a legislação foi alterada para que mesmo os partidos que não obtivessem votos suficientes para o quociente eleitoral pudessem eleger vereadores, em 2020 e deputados, em 2022. Em Campo Largo, a tendência de reeleição de vereadores se manteve, foram três os reeleitos, Tadeu de Paula, Cléa Oliveira e Marcio Beraldo. Na condição de campeões de votos, em 2016, foram Tadeu de Paula, com 2 344 votos; Giovani Marcon, com 2 339 votos e Fernando Schiavon, com 2 098 votos. Já, em 2020, com a grande quantidade candidatos apresentada pelos partidos devido as novas regras eleitorais, Pedro Barausse fez 1 827 votos, no seu retorno a Câmara; Tadeu de Paula, reeleito com 1756 votos e Cléa Oliveira, reeleita, com 1215 votos. Com a soma de 57 010 votos válidos (votos nominais + legenda), o quociente eleitoral, em Campo Largo ficou em 5 183 e ai a linha de corte passou a ser de 519 votos, o número mínimo para eleger um vereador no município. Os partidos que possuem candidato a prefeito sempre levam vantagem, pois ganham mais votos de legenda. Os partidos, esta vez, trabalharam isolados para eleger vereador. Assim, SD (77), 2713 (107) votos; REP (10), 2718 vt; PODE, 4058 vt; PCdoB (65), 521 vt; MDB (15), 3042 vt; PDT (12), 620 (191) vt; PL (22), 1 281vt; PROS (90), 2 915 (216) vt; PSC (20), 4560 vt; CID (23), 2 124 vt; DEM (25), 9 227 (944) vt; PTC (36), 2 482 (349) vt; PV (43), 1 033 vt; PMN (33), 530 vt; PSDB (45), 3317 (439) vt; PSL (17), 3 635 vt; PSB (40), 5 262 vt; PSOL (50), 1 130 vt e PSD (55), 4 225 vt. Nesta disputa das vagas pelas sobras tivemos o REPublicanos na frente do Solidariedade, mas o mais votado do REP (10), Adir Carloto (492 votos), não atingiu o mínimo, passando a vaga ser ocupada por Leandro Chrestani (568 votos) do Solidariedade (SD – 77). No Solidariedade, Leandro Chrestani fez um voto a mais que Lucas Bertoja Cavalin (Lucão do Gás) (567 votos).
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