

Os ensaios políticos partidários estão cada vez mais intensos, onde a principal meta é consolidar uma chapa majoritária forte, prefeito e vice prefeito, para vencer a eleição municipal, em cada município. Apesar da pressão partidária externa ser grande nos dirigentes municipais, é a pressão interna das correntes políticas locais sobre os pré-candidatos apontados nas pré-campanhas que mexe com o quadro sucessório. Os partidos estão anunciando as datas das convenções municipais e em cada município a postura é diferente. Os filiados e convencionais devem escolher em votação sobre os itens apontados pela direção partidária, atendendo a legislação eleitoral e o estatuto de cada legenda. Assim, cada partido deverá convocar os seus filiados, em data, horário e local, divulgados amplamente. Como em cada município, cada partido reza uma cartilha diferente conforme os seus dirigentes, algumas intervenções superiores podem surgir, antes, durante e após, as convenções previamente determinadas. Em Campo Largo, as pré-campanhas indicam a princípio, seis pré-candidatos a prefeito, Maurício Rivabem (PSD), Christiano Puppi (PP), Alexandre Guimarães (PDT), Carlos Andrade (PSB), Jean Naiser (PMB), João Marcos Cuba (PL) e Lino Petry (PV). Neste contexto, os demais partidos podem se coligar ou apenas, concorrer as vagas da Câmara Municipal, elegendo vereadores. Também, não se ignora que as composições podem surgir de uma hora para hora, com alteração de decisão pela convenção municipal que pode aprovar uma composição com a desistência do escolhido como candidato. Campo Largo, já viu muito disto, inclusive, o ex-prefeito Edson Basso, abrindo mão de ser vice na chapa de Marcelo Puppi, em 2016, em favor de Maurício Rivabem, naquele tempo, no MDB, do ex-governador Roberto Requião. As nuvens mudam de formato a cada instante e as decisões nas convenções municipais podem alterar o atual quatro de candidatos a prefeito. Em cada município existem alternativas distintas.

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