
Chegou o período das convenções partidárias para a definição dos nomes que disputarão o cargo de prefeito e vice-prefeito e também, as cadeiras de vereador, conforme o número de vagas definidas em lei. Em Campo Largo, depois de muito tempo, voltam a ser disputadas 15 (quinze) cadeiras. Atualmente, são 11 (onze) vereadores no Câmara Municipal e assim, a princípio, teremos quatro caras novas em janeiro de 2025, mas os que defendem a cadeira pela reeleição podem não voltar. Tudo depende da quantidade de votos nas urnas, obtidos pelo partido ao qual o candidato e vereador está atualmente filiado. Os atuais vereadores depois da Janela Partidária, período onde podiam trocar de partido, sem perder o mandato, ficaram assim distribuídos. Estão exercendo o mandato, Pedrinho Barausse (UB), João D’Água (MDB), Marcio Beraldo (PSB), Cléa Oliveira (PSB), Alexandre Guimarães (PDT), Germaninho (PSDB), Genésio da Vital (MDB), André Gabardo (Novo), Dr. João Freita (Avante), Luís Scervenski (MDB) e Sargento Leandro Chrestani (SDD). Pela lei eleitoral, as vagas de vereador pertencem aos partidos e o vereador eleito só pode trocar de partido, nos trinta dias, antes do prazo de filiação para concorrer a nova eleição. Isto, também, vale para os suplentes para numa eventualidade ocupar uma vaga. O quociente partidário estabelece a quantidade de vereadores eleitos de forma direta com base no quociente eleitoral. Os dirigentes partidários e os candidatos a vereador estimam que os primeiros eleitos de cada chapa precisam de pelo menos 1 000 (mil) votos para serem eleitos pela primeira regra. A Lei Eleitoral mudou para a eleição de 2 024, principalmente, no cálculo das sobras. Isto é um assunto para outro debate.

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