

Com as novas regras eleitorais em vigor na eleição para vereador, a pulverização de eleitos por partidos diferentes seria grande. Na eleição de 2020, se fosse observada a regra anterior, apenas, dois partidos teriam representantes na Câmara de Campo Largo, o DEM e o PSB. Apenas, os dois partidos que atingiram o quociente eleitoral de 5183, onde a Cláusula de Barreira ficou em 519 votos, ocupariam as onze vagas. Assim, também, nenhum candidato com menos de 519 votos poderá ser vereador na Câmara de Campo Largo, caso abra uma vaga em qualquer um dos partidos que elegeram vereador. A pulverização de partidos na Câmara Municipal aconteceu pela aplicação das novas regras eleitorais. A primeira foi a da não coligação de partidos para concorrer as vagas de vereador e a segunda que foi decisiva para a grande mudança de escolha se prende as sobras de vagas depois da aplicação do quociente partidário. O partido consegue fazer o quociente eleitoral sozinho e dai se verifica quantos vereadores fez forma direta. Nesta conta só o DEM e o PSB fizeram um vereador cada um, Pedrinho Barausse e Cléa Oliveira, sobrando então mais nove vagas a serem preenchidas pelos cálculos das médias. Assim, o DEM fez mais dois vereadores, Tadeu de Paula e Marcio Beraldo; o PSD um vereador, Alexandre Guimarães; o MDB um vereador, Luiz Schervinski Junior; o PSL um vereador, João Aparecido de Freita; o PSC um vereador, Genésio da Vital; o Solidariedade (SD) um vereador, Leandro Chrestani; o PODE um vereador, André Gabardo; o PSDB um vereador, Germaninho. Assim, na Câmara de Vereadores de Campo Largo, nove partidos estarão representados a partir de 1º de janeiro de 2021, sendo o maior número de partidos ocupando as cadeiras de vereador. Por sinal, são cinco vereadores da coligação do candidato Marcelo Puppi, quatro vereadores da base de apoio ao candidato Udo Schmidt Neto, um vereador da coligação de Luiz Adão e professor Avanir e um da chapa livre do PSD, Alexandre Guimarães.
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