Votos da base aliada migraram de um candidato a prefeito para outro

Postado por admin 28/11/2020 0 Comentários Política,

                                                 

 

Fidelidade do apoio a vereador não representa fidelidade do eleitor ao mesmo candidato a prefeito

 

Ao analisar o resultado da eleição municipal de 2020, em Campo Largo, um fato foi confirmado nas urnas. O eleitor de um determinado vereador não escolheu o candidato a prefeito ao qual o vereador está coligado. A migração intenção de voto para vereador foi grande e nos últimos dias isto foi bem visível. As coligações majoritárias não souberam conduzir o processo no sentido da fidelidade. As chapas livres não possuíam este compromisso. O candidato a prefeito Marcelo Puppi, reeleito, com 21 566 votos, numa coligação do DEM/PSL/MDB/PP, onde as chapas de vereadores somaram 15 804 votos; O candidato a prefeito Jean Naiser, segundo colocado, obteve 12 954 votos, numa coligação do PTC/Cidadania, as chapas proporcionais obtiveram 4 506 votos; o candidato a prefeito Udo Schmidt Neto, conquistou 10 486 votos, numa coligação de seis partidos, PSDB/PSB/PODE/PSC/PV/REP cujos candidatos a vereador tiveram 20 948 votos; O candidato a prefeito Capitão Alves teve 6 836 votos e a chapa de vereadores do seu partido, o PROS somou 2 915 votos; O candidato Luiz Adão (SD) obteve 1878 votos e os vereadores da base aliada, SD/PMN/PCdoB somou 3 764 votos e a candidata Fernanda do Nelsão somou 1212 votos e as chapas de vereadores de sua base aliada, PDT/PT teve 1 788 votos. Já, as chapas livres somaram o total de 6 636 votos, com a liderança do PSD obtendo 4 225 votos. O cidadão pode, agora, compreender como se processa uma campanha eleitoral. A análise dos números depois das urnas explicam muitas coisas que foram feitas no antes, pré-campanha e no durante da campanha de cada candidato ou até a posição de cada partido.    

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