
Limpar as gavetas. Com o resultado das eleições, alguns procedimentos devem ser feitos por aqueles que não tiveram êxito eleitoral e deixarão os cargos atuais. Com a ação política de troca de pessoas no poder executivo e no poder legislativo, pelas urnas ou mesmo, pelos prefeitos reeleitos. Em Campo Largo, são oito novos vereadores que escolherão seus gabinetes e também, indicarão os seus assessores diretos. Um dos pontos a ser observado até o final do mês é a eleição da nova mesa diretiva da Câmara Municipal e aí, o processo principal fica centrado na escolha do presidente da Câmara Municipal para os dois próximos anos. Neste ponto a vontade do prefeito reeleito Marcelo Puppi deve conduzir a escolha. Não se pode ignorar que o prefeito reeleito Marcelo Puppi, na sua nova administração municipal, deve atender a voz das urnas e muitas coisas precisam ser alteradas, a começar por novos secretários municipais. Muitas gavetas de secretários, diretores e assessores que aparentemente se dizem tranquilos na permanência, podem de uma hora para outra serem esvaziadas com a troca de chefe. Dormem no cargo em confiança e acordam sem nada. O perfil da administração do município precisa mudar, pois muita coisa foi dita e os feitos não aconteceram e podem depois de quatro anos não estarem realizados. Os próximos quatro anos serão de vacas magras, o dinheiro que tanto foi propalado que existia, não existe mais, nem no município, nem no governo estadual e nem no governo federal. Por sinal, o prefeito Marcelo Puppi precisa limpar as suas gavetas e jogar fora todos os papéis de ideias que não tiveram processo de continuidade ou mesmo, os que nem saíram do papel. Juntando o Executivo e o Legislativo, o prefeito se estiver bem de saúde deve interferir na eleição do presidente da Câmara. Coisa que não será tão fácil depois limpar as gavetas. A balança política partidária pode interferir nas decisões de escolha do presidente da Câmara de Vereadores.
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