
Rumos Políticos 25.10.2024 Por Haroldo Wöhl

A Câmara Municipal de Campo Largo, com quinze vereadores, no mandato de 2025 a 2028, tem uma difícil escolha de presidente e por extensão, da mesa executiva, para os dois primeiros anos da nova legislatura. O quadro inicial, ou melhor, resultante as urnas, indica um equilíbrio de forças políticas e um voto independente. Muita gente pode entender que a oposição ao prefeito eleito Maurício Rivabem teria alguma chance de emplacar o comando da Câmara de Vereadores. Com os trunfos na mão, o prefeito eleito não pode cometer erro na escolha do vereador indicado para presidente. O aprendizado adquirido na eleição do presidente, vereador João D’Água, pode servir de alguma coisa. Os vereadores escolhem, entre si, o presidente, os componentes da mesa diretiva e os demais cargos de direção do Legislativo. Com a força obtida nas urnas, Maurício Rivabem pode somar mais vereadores à sua base política e no processo político-partidário, costurar o nome de um presidente para garantir a boa governabilidade que a nova gestão requer.
I – O vereador reeleito no PDT, Alexandre Guimarães, declara que é candidato a presidente da Câmara de Campo Largo.
II – Os vereadores eleitos pelo PL, Athos Martinez e Rogério das Tintas, podem definir o novo presidente da Câmara de Campo Largo.
III – O Progressistas (PP-11) de Christiano Puppi e o União Brasil (UB-44) de Pedrinho Barausse, com quatro vereadores, estudam uma possibilidade de conquistar o comando da Câmara Municipal.
IV – Os vereadores Junior Andreassa (PODE), André Gabardo (NOVO) e Sargento Leandro (Solidariedade) podem definir a votação final.
V – A campanha pela presidência da Câmara está aberta e só termina no dia 1º de janeiro, sob a presidência do vereador eleito mais votado, Junior Polaco Preto (PSD).
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