

As eleições presidenciais de 2026 movimentam os quadros políticos partidários em todo o Brasil. Basta lembrar que no segundo turno da eleição de 2022, a diferença de Lula para Bolsonaro foi de apenas 2 139 645 votos, onde quase 80% dos eleitores compareceram às urnas. Assim, para a futura eleição, cada voto conquistado conta e bastante na apuração dos votos. Estado por estado, o quadro partidário importa e muito para o atual governo Lula. Na semana, o presidente nomeou dois novos ministros no começo de uma possível reforma administrativa mais profunda, com o olhar no horizonte da próxima eleição. No jogo político do Congresso Nacional, a equação é bem mais complexa e a cada nova peça colocada no tabuleiro do xadrez partidário, a ordem de poder passa a ser alterada. O presidente Lula, ao colocar a deputada paranaense Gleisi Hoffmann (PT) com status de ministra, na Secretaria de Relações Institucionais, entra em choque com os aliados do Centrão, na Câmara dos Deputados. Uma tarefa para Gleisi bem complicada de acalmar os ânimos dentro e fora do PT, na base aliada e assim, pavimentar o caminho para a reeleição do presidente. Já o, agora, ministro da saúde, médico e deputado paulista, Alexandre Padilha (PT), mudou de pasta para melhorar a imagem de Lula nas ações de governo, o que a antecessora Nísia Trindade não conseguiu e precisou abrir espaço para novos interesses e bem mais políticos na sustentação da meta da reeleição de Lula. A deputada federal Gleisi Hoffmann (PT-PR) conquistou a segunda maior votação em 2022, 261 247 votos, obtendo, em Campo Largo, 3 310 votos. Os petistas de Campo Largo devem seguir suas orientações a partir deste momento, com mais rigor e seguir os seus conselhos. Basta analisar o resultado obtido na eleição para prefeito em 2024.

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